Estava de volta de um congresso em Lisboa, mas o voo atrasou por causa de uma tempestade. Escalei num hotelzinho perto do aeroporto Charles de Gaulle. Ar condicionado gelado, barulho distante dos motores, cheiro de café e suor de viajantes. Eu, portuguesa de 32 anos, casada mas com o marido doente lá em casa, cheia de tesão acumulado. Liberdade total, ninguém me conhece aqui.
No lobby, vi ele: um francês alto, robusto, olhos azuis penetrantes, queixo quadrado, nariz grande. Cheirava a cão e terra molhada – caçador, disse-me depois, de Normandia, em missão para caçar lobos no sul. Desci do elevador, pernas doridas da viagem, saia justa colada na pele pela humidade. Ele no bar, sozinho, copo de vinho na mão.
O Encontro no Lobby e a Tensão que Cresce
Aproximei-me. ‘De onde vens?’, perguntei em francês aprendido na escola. Sorriu, dentes perfeitos. ‘Normandia, para caçar uma besta perigosa.’ Voz grave, energia animal. Ofereci uma bebida. Sentámo-nos perto, joelhos a roçar. O vinho do Languedoc desceu quente. Falei do meu marido surdo e fraco, ele riu baixo. ‘Gostas do meu cheiro?’, provocou. ‘Amo cheiros fortes, de macho.’ Olhos dele brilharam. Toquei o braço dele, músculo duro. ‘Vem ao meu quarto, explicar o plano da caça.’ Ele seguiu, porta fechada com chave.
Na quarto, luz fraca, lençóis brancos ásperos do hotel, janelas vibrando com aviões. Ele espalhou um mapa na mesa, mas eu já estava molhada. ‘Estás a cheirar a excitada’, murmurou. Bebi mais vinho, enchi as taças. ‘Verifica.’ Abri as pernas na poltrona, saia subida. Dedos dele grossos entraram na minha cona ensopada. ‘Caralho, estás inundada.’ Gemi, ‘Sim, aí, no clitóris… ah… fode-me com os dedos.’ Gozei rápido, corpo tremendo, suor salgado na pele.
O Foda Intenso na Quarto e o Adeus Quente
‘Quero ver o teu caralho.’ Ajoelhei, abri a braguilha. pau enorme, veias pulsantes, bolas pesadas. ‘Gosto de grandes.’ Chupei o glande, lambi as bolas, branquei forte. Ele gemia, ‘Puta que pariu, sugas como uma profissional.’ Parei antes de ele gozar. Despi-me nua, cona depilada pingando, mamas firmes. Deitei na cama, ‘Fode-me, mas tira antes de gozar, não quero gravidez.’ Ele mergulhou a cara na minha cona, língua no clitóris, nariz esfregando. ‘Ah, foda-se, lambe o cu também!’ Dedos no cu, língua na cona, gozei de novo, gritando.
‘Meu cu adora paus grandes, o meu empregado fode-me só aí.’ Ele endureceu mais. ‘Então experimenta.’ Mas primeiro, montou-me. Pau entrou devagar, esticando tudo. ‘Que caralho grosso!’ Acelerei, ‘Fode como uma puta!’ Ele petriscou as tetas, bombava forte, cama rangendo, som de pele chapinhando. Suor moído, gosto salgado nos beijos. ‘Vou gozar!’ Tirou, jorrou esperma quente no meu ventre, mamas, até ao queixo. ‘Porra, que carga! Gozaste hoje?’ ‘Duas pastoras no caminho.’ Lamba o pau dele limpo, lambuzada no gozo.
Ele vestiu-se, pau ainda meia-bomba. ‘Volto amanhã?’ ‘Sim, mas traz o teu empregado para o cu.’ Riu, beijou-me e saiu. Fiquei deitada, dedos no gozo pegajoso, cona latejando. De manhã, avião decolou, corpo dorido, memória fresca: cheiro dele na pele, urgência do adeus. Anónimo, perfeito. Volto a Lisboa mais viva, pronta para o próximo estranho.