Escala Imprevista em Paris: A Foda Selvagem com um Estranho no Hotel

Estava em escala em Paris, voo atrasado por causa de uma tempestade. Cheguei ao hotel do aeroporto exausta, mas com aquela liberdade de quem está longe de casa. Ninguém me conhece aqui. O lobby estava quase vazio, luzes amareladas, ar condicionado gelado a arrepiar a pele. Pedi um gin tónico no bar e sentei-me, pernas cruzadas, saia curta subindo um bocadinho.

Ele apareceu do nada. Um francês alto, barba por fazer, olhos famintos. Vestia uma camisa aberta no peito, tatuagens a espreitar. Sorriu, pediu uma cerveja ao lado. ‘Boa noite’, disse em inglês ruim. Eu ri, respondi em francês aprendido na escola. ‘Boa noite. Também em trânsito?’ Conversa solta: ele de negócios em Lisboa, eu a voltar de férias no sul de Espanha. Olhares que demoram, toques acidentais no braço. O coração acelera. Sinto a humidade entre as pernas. ‘Quarto livre?’, pergunto direta. Ele hesita, engole em seco. ‘Sim… mas e tu?’ Puxo-o pela mão. ‘Vamos ver.’

O Encontro no Lobby e a Tensão que Cresce

Subimos no elevador, silêncio pesado, cheiro a ele – suor misturado com colónia. A porta do quarto fecha com um clique. Quarto pequeno, cama king size com lençóis brancos engomados, cortinas corridas mas som dos aviões ao longe. A clim ronrona, ar fresco contra a minha pele quente. Ele aproxima-se, mãos nas minhas ancas. ‘Estás molhada?’, murmura. Beijo-o forte, língua dentro da boca dele, gosto a cerveja. Arranco a camisa, unhas nas costas.

Ele atira-me para a cama, rasga a blusa. Chupa os meus peitos duros, morde os mamilos até doer de prazer. ‘Caralho, que tetas perfeitas’, geme. Eu gemo, abro as coxas. ‘Chupa-me a cona.’ Ele baixa-se, língua no clitóris, lambe devagar, depois rápido. Sinto o sal da minha excitação na boca dele. Enfio os dedos no cabelo, aperto. ‘Mais fundo, lambe o cu.’ Ele obedece, língua no rabo, molhado e quente. Eu tremo, pernas a tremer. ‘Fode-me agora.’ Ele levanta-se, pica dura como pedra, grossa, veias saltadas. Sem camisinha – urgência do momento. Mete de uma vez, fundo, rasgando-me. ‘Porra, estás tão apertada.’ Bombo forte, cama a ranger, suor a pingar. Eu por cima, cavalgo, cona a engolir a pica toda, bolas a bater no cu. ‘Mais forte, fode-me como uma puta.’ Ele vira-me de quatro, mete no cu devagar, depois violento. Grito, prazer e dor misturados. Gozo primeiro, cona a pulsar, jatos quentes. Ele explode dentro, porra a escorrer pelas coxas.

A Foda Intensa na Quarto de Hotel

Ficamos ofegantes, corpos colados, pele pegajosa de suor e fluidos. Cheiro a sexo no ar, clim a secar o ar moite. Ele beija-me o pescoço. ‘Incrível… mas amanhã parto.’ Eu sorrio, levanto-me, pernas moles. Visto-me devagar, gosto do sal na pele dele ainda nos dedos.

Agora no avião, de volta a Portugal, sinto ainda a ardência na cona, o cu latejante. Ninguém sabe, anonimato total. Foi só uma escala, uma foda urgente. Mas o prazer fica, quente na memória. Da próxima, quem sabe?

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