Estava em escala imprevista em Lisboa, voo de negócios para o Algarve atrasado por uma tempestade. Cheguei ao hotel do aeroporto por volta das 20h, exausta mas excitada com a liberdade de estar longe de tudo. Ninguém me conhece aqui. O lobby estava cheio, ar condicionado gelado contrastando com o calor moite da rua. Sentei-me no bar, pernas cruzadas, saia curta subindo um pouco, decote generoso no top justo. Acendi um cigarro, olhei em volta.
Ele apareceu. Uns 30 anos, moreno, olhos famintos. Sentou-se ao meu lado, pediu uma cerveja. ‘Boa noite’, disse eu, voz rouca de cansaço. ‘Noite quente, não é?’, respondeu ele, sorriso torto. Conversa solta: ele de Madrid, escala também. Falei do meu trabalho, viagens constantes, a adrenalina de conhecer estranhos. Os olhares cruzavam, demorados. Senti o calor subir, nipples endurecendo sob o tecido. ‘Gostas de mulheres como eu?’, perguntei direta, inclinando-me. Ele engoliu em seco. ‘Adoro maduras safadas.’ Ri baixo, toquei a perna dele de leve. Tensão elétrica, urgente – amanhã cada um segue.
A Rencontre no Lobby e a Tensão que Cresce
‘Quarto 312?’, sussurrei, partindo. Ele seguiu minutos depois. Porta bateu, clim zumbindo, cheiro de lençóis novos. Beijei-o voraz, língua invadindo, gosto de sal na pele dele de suor do dia. Mãos dele nos meus seios, apertando forte. ‘Que mamas enormes, caralho’, gemeu. Arrancou o top, sutiã voou. Chupei o pescoço dele, mordi. Desabotoei a camisa, unhas arranhando o peito. Ele gemeu, pau duro pressionando a calça contra mim.
O Sexo Cru e Intenso no Quarto
Ajoelhei devagar, olhos nos dele. Zíper baixo, saí o caralho dele, grosso, veias pulsando, pré-gozo brilhando. ‘Gostas?’, perguntei lambendo os lábios. ‘Chupa-me, sua puta.’ Peguei as bolas, massageei, língua no saco, salgado e quente. Subi devagar pela haste, lambendo até o topo. Ele gemia, mãos na minha cabeça. Engoli tudo, garganta funda, baba escorrendo. ‘Assim, fode a minha boca.’ Bombei forte, aspirei o gland, mão na base torcendo. Ele tremia, ‘Vou gozar’. Saí, prendi os seios em volta, tit-fuck molhado. ‘Goza nas mamas, dá-me a porra.’ Ele explodiu, jatos quentes no decote, mento, escorrendo. Lambi os lábios, chupei um dedo com o sêmen dele. ‘Delicioso, quente.’ Ele ofegava, ‘Incrível, sua safada.’ Limpei com a língua, risos nervosos.
Ficámos ali, suados, clim gelando a pele. Ele vestiu-se, beijo rápido. ‘Amanhã voo cedo.’ Saí, voltei ao meu quarto, corpo latejando. Deitada nos lençóis ásperos do hotel, toquei-me lembrando o gosto salgado, o cheiro de sexo, gemidos abafados pelo ronco distante dos aviões. Anonimato perfeito – ele não sabe o meu nome verdadeiro, eu o dele. Prazer ainda lateja entre as pernas, urgência do adeus tornando tudo mais intenso. Da próxima escala, quem sabe? Esta liberdade vicia.