Escala Proibida em Khartoum: Meu Foda Selvagem com um Estranho no Hotel

Estava no avião da Air France, voando para Nairobi num negócio chato. Saí de Lisboa há horas, noite escura lá fora. A vizinha de assento? Não, eu era a loira alta, atlética, com jeans apertado e blusa fina. Ele sentou do lado, pediu pra eu levantar. Franziu o nariz com meu perfume forte, mas sorriu. Nome? Cláudio, francês, uns 32 anos, alto como eu, corpo firme. Troca de olhares, mas ele respeitava o silêncio.

Clima gelado na cabine, todo mundo dorme. Eu finjo ler, mas espio ele. Pernas longas, mãos fortes sem aliança. Coração acelera. De repente, turbulência forte! Avião balança, máscaras caem, gritos. Meu estômago sobe, agarro o braço dele sem pensar. ‘Meu Deus, vamos morrer!’, choro, colando no peito dele. Ele me abraça firme: ‘Calma, Inês, é só isso, passa’. Cheiro de suor misturado com colônia dele. Corpo quente contra o meu, seios esmagados na camisa dele. Turbulência acaba, aplausos. Capitão anuncia escale em Khartoum, Soudão. Quartos de hotel pra nós.

Turbulência e o Toque que Acendeu o Fogo

No hangar, fumo um cigarro que ele arruma pra mim. Partilhamos, lábios rosados no filtro. No bus, escuro total, encosto nele, quase durmo. Hotel moderno, cheiro de ar condicionado úmido. Meu quarto 318, ele 419. Escadas, beijo na bochecha. Chamado do muezzin ecoa alto, arrepio. ‘Cláudio, vem comigo? Não fico sozinha’. Ele: ‘Dou 15 minutos’.

Porta abre, ele de toalha, corpo molhado da ducha. Olhos cinzentos fixos nos meus. Ar pesado, AC zumbindo. Paro a 50 cm, respiração curta. Ele toca minha cara, eu viro pra palma quente. Olhar desce pros meus peitos subindo rápido. Abro botões da blusa, sutiã preto aparece. Ele mete mão dentro, agarra meu peito direito. ‘Caralho, que duro teu mamilo’, murmura. Aperta, eu gemo baixo. Puxa pra ele, beijos famintos, língua invadindo boca salgada.

No Quarto: Pica Dura, Cona Molhada e Gozo Explosivo

Caio de joelhos, abro cinto dele, jeans cai. Pau meia-bomba salta, veias pulsando. Chupo devagar, gosto salgado na pele, bolas cheirando a sabão. Ele geme: ‘Porra, Inês, tua boca é fogo’. Deito na cama, lençóis frios de hotel. Ele arranca minha calça, vê tatuagem de borboleta na virilha. Língua no monte pubiano, tosa úmida sob renda. Tiro sutiã, peitos livres, aréolas escuras endurecendo com ar frio. Ele mama forte, dentes roçando. ‘Chupa minha cona’, peço, abrindo pernas.

Dedos abrem grandes lábios, língua fode o clitóris inchado. Molhada pra caralho, sucos escorrendo. Viro de bruços, ele lambe cu e cona, mãos apertando bunda. ‘Quero te foder agora’, rosna. Eu: ‘Mete, vai, sem camisinha, só goza dentro’. Ele se posiciona, pica grossa empurra devagar. ‘Que apertada, puta!’, grita. Acelero quadril, cama range, barulho de motores distantes. Rolamos, caímos no chão, risos misturados a gemidos. De quatro no tapete, ele soca fundo, bolas batendo. ‘Vou gozar!’, avisa. Eu: ‘Enche minha cona!’. Jorra quente, eu gozo tremendo, unhas nas costas dele. Suor pinga, gosto de sal na pele dele.

Descansamos ofegantes, AC gelando suor. ‘Foi insano, urgência do voo…’, digo. Ele: ‘Amanhã Nairobi, mas isso fica aqui’. Sem nomes completos, sem mails. De manhã, bus pro aeroporto, olhares cúmplices. Avião decola, corpo dele longe, mas cona lateja ainda. Liberdade de estranho, ninguém sabe. Prazer cru, memória molhada pra sempre. Volto a Lisboa dias depois, cheiro dele na memória, pronta pra próxima aventura.

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