Escala Imprevista em Milão: Fodi um Estrangeiro no Quarto de Hotel

Estava em escala imprevista em Milão, volta de um trabalho em Paris. Voo atrasado, noite quente e úmida. Check-in no hotel perto do aeroporto, lobby cheio de viajantes cansados. Eu, portuguesa de 25 anos, saia leve colada nas coxas, cabelo solto, sentindo a liberdade de estar tão longe de Lisboa. Ninguém me conhece aqui. Pego um copo de vinho no bar, olhos passeando.

Ele surge do elevador. Alto, uns 40, fato cinza impecável, barba aparada, olhos escuros famintos. Estrangeiro, talvez italiano ou francês. Senta ao meu lado, pede um uísque. ‘Buonasera’, diz baixo, voz rouca. Sorrio, pernas cruzadas roçando a dele de leve. Conversa banal: voo atrasado, calor infernal. Mas o ar entre nós crepita. Mão dele no balcão, perto da minha. Dedos se tocam. Eu sinto o pau dele endurecer pela calça quando viro o corpo pra ele. ‘Quarto?’, sussurra. Coração acelera. ‘Sim. Agora.’

A Chegada e o Olhar no Lobby

Subimos no elevador, silêncio pesado. Porta do quarto fecha, ar-condicionado gelado na pele suada. Ele me empurra contra a porta, boca no meu pescoço, mãos subindo a saia. ‘Quero te foder’, rosna. Arranco a camisa dele, unhas no peito peludo. Cheiro de colônia misturado com suor. Ele baixa minha calcinha, dedos grossos na cona molhada. ‘Tão quente, tão encharcada.’ Gemo, mão no caralho dele, duro como ferro, veias pulsando. Chupo os dedos dele, gosto salgado.

O Fogo da Foda Sem Nome

Ele me vira, calça no chão. Pau latejante roçando minha bunda. ‘Abre as pernas.’ Obedeço, ancas empinadas. Ele cospe na mão, esfrega na cabeça do caralho. Entra devagar, esticando minha buceta. ‘Porra, que apertada.’ Empurro pra trás, engolindo tudo. Ritmo acelera, peles batendo, som molhado ecoando. Mão dele no meu clitóris, esfregando forte. ‘Goza pra mim, vadia.’ Grito, pernas tremendo, orgasmo rasgando. Ele me põe na cama, lençóis frios de hotel grudando na pele suada. Monto nele, cona devorando o pau, seios balançando. Ele mama os mamilos, mordendo. ‘Mais forte!’ Fodo selvagem, sucos escorrendo pelas coxas. Ele vira por cima, pilha brutal, caralho martelando fundo. ‘Vou encher tua cona.’ Goza jorrando, quente dentro de mim, gemendo rouco.

Ficamos ofegantes, corpos colados, suor pingando. Ele acaricia meu rosto, sorri sem palavras. Levanto, visto rápido. ‘Foi incrível’, digo. Ele assente, ‘Volta sempre.’ Saio sem nome, porta fecha suave. No táxi pro aeroporto, noite moite, ronco de motores ao longe. Buceta ainda lateja, esperma escorrendo na calcinha. Sorrio sozinha. Ninguém saberá. Liberdade pura, prazer cru de passagem. Amanhã, Lisboa. Mas isso fica comigo, quente na memória.

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