Estava de volta de uma viagem de negócios em Lisboa, mas o voo fez escala imprevista em Nice por causa de uma tempestade. Cheguei suada, o calor moite da Côte d’Azur colando na pele, e fiz check-in num hotel perto do Palais Nikaia. O lobby era fresco com a clim zumbindo baixo, cheiro de café e maresia no ar. Eu, portuguesa de 35 anos, solteira e sempre aberta pra uma aventura, vestida com um vestido leve que marcava as curvas.
Lá estava ele, alto, musculoso, tipo guarda-costas, com um olhar que perfurava. Sentado no bar do lobby, sozinho, bebendo uma cerveja. Nossos olhos se cruzaram. Sorri, ele retribuiu. ‘Boa noite, primeira vez por aqui?’, perguntou em francês com sotaque forte. ‘Sim, escala chata… mas Nice compensa’, respondi em inglês misturado, sentando perto. Chamava-se Julien, segurança de uma estrela em concerto ali perto. Falamos de tudo: o calor, o mar, a liberdade de ser anônima longe de casa. A mão dele roçou minha coxa de leve. Senti o formigamento subir. ‘Quer subir pro meu quarto? A clim tá boa lá, e o meu voo é só amanhã cedo’, provoquei. Ele hesitou um segundo, olhos brilhando. ‘Por que não? Aqui ninguém nos conhece.’
O Encontro Casual no Lobby e a Faísca Inicial
Subimos no elevador, silêncio pesado, só o ronco distante dos motores no aeroporto. Na quarto, porta mal fechada, ele me encostou na parede. Beijo faminto, língua invadindo minha boca, gosto de cerveja e sal da pele dele. Mãos fortes apertando minha bunda por cima do vestido. ‘Tira isso’, murmurou rouco. Tirei tudo, nua na frente dele, peitos firmes, cona já molhada de expectativa. Ele despiu rápido, pau duro saltando, grosso, veias pulsando, uns 20 cm fáceis. ‘Caralho, que delícia’, gemi, ajoelhando. Chupei gulosa, engolindo até a garganta, saliva escorrendo, bolas cheias no queixo. Ele gemia baixo, ‘puta que pariu, sua boca é fogo’.
A Foda Selvagem e o Prazer Proibido
Me jogou na cama, lençóis de hotel ásperos e frios contra a pele quente. Abri as pernas, ele lambeu minha cona devagar, língua no clitóris inchado, dedos enfiando fundo, molhando tudo. ‘Tá encharcada, safada’, disse, chupando o mel que escorria. Não aguentei, ‘Me fode agora!’. Ele posicionou o caralho na entrada, empurrou forte, preenchendo tudo de uma vez. Dorzinha boa misturada ao prazer, cona esticada ao limite. Começou a meter ritmado, pausado, saindo quase todo pra entrar fundo de novo. ‘Assim? Mais forte?’, grunhiu. ‘Mais! Me arromba!’, implorei. Virou de quatro, tapa na bunda vermelha, puxando cabelo. Pau batendo no fundo, ventre dele estalando nas minhas nádegas suadas. Suor pingando, clim gelada contrastando o calor dos corpos. Gritei alto no orgasmo, cona apertando o pau dele, tremendo toda. Ele acelerou, ‘Vou gozar!’, tirei pra fora, engoli tudo, porra quente e salgada jorrando na boca, engoli faminta, lambendo os restos.
Ficamos ofegantes, corpos colados uns minutos, riso nervoso. ‘Foi insano… urgência do adeus torna tudo melhor’, disse ele, beijando meu pescoço. Tomei banho rápido, gosto de sal e sexo na pele, vesti-me. Despedida no lobby, beijo rápido, sem nomes completos, só olhares cúmplices. No táxi pro aeroporto, ao amanhecer, o sol nascendo, ainda sentia o pau dele latejando dentro de mim, a bunda ardendo dos tapas, cona sensível roçando na calcinha. Ninguém saberá, anonimato perfeito. Voltei pra Lisboa com sorriso safado, pronta pra próxima escala. Essa liberdade de passageira… vicia.