Escala Quente: Seduzi um Estrangeiro na Piscina do Hotel

Acordei com o silêncio no quarto do hotel no Algarve. O ar condicionado soprava frio na minha pele suada, mas o calor moite da tarde já invadia as cortinas. Eram umas cinco da tarde. Minha amiga tinha saído com o grupo para a cidade, festejar sabe-se lá o quê. Eu fiquei, preguiçosa, esperando a piscina esvaziar. Liberdade total, ninguém me conhece aqui. Só eu, o sol escaldante e esta tesão de estar longe de tudo.

Enfiei o biquíni preto, apertado nos meus peitos fartos. Meu corpo curvilíneo, 35 anos, bronzeado pelo sol português. Desci para a piscina, o barulho distante dos motores dos aviões no aeroporto ali perto. Água cristalina, quase vazia. Só ele. Um tipo de uns 50 anos, estrangeiro, acho que francês, deitado no transat, corpo atlético, óculos escuros. Sorri para mim mesmo ao passar. Ele tossiu, como se me notasse.

A Rencontre Inesperada à Beira da Piscina

— Desculpa, assustei-te? — disse eu, sentando no transat ao lado.

Ele riu, voz grave. — Não, fico contente com companhia. Os outros foram embora?

Conversa solta. Ele viajava a negócios, escale imprevista. Eu, férias com amigas. Olhares cruzados, o sol batendo na pele dele salgada. Meu coração acelerou. Tirei a saída de praia, só o biquíni. Ele não disfarçava, olhos nos meus seios quase pulando para fora. Mergulhei na piscina, nadei devagar, sentindo o olhar dele. Saí, água escorrendo pelo corpo, pingando nos azulejos quentes. Sentei perto, pernas abertas um pouco.

— A água está uma delícia — murmurei, voz rouca.

Ele engoliu em seco. — Tu estás… incrível molhada.

Tension montava. Perguntei se podia tirar o top para bronzear. Ele corou, mas disse: — Faz o que quiseres. Ninguém vê.

Soltei os laços. Peitos livres, pesados, mamilos duros pelo vento fresco. Ele fixou, pau endurecendo no fato de banho largo. Levantei, passei perto, rocei a mão na dele. — Vens comigo lá para dentro? O calor aqui é demais.

O Sexo Intenso e Cru na Quarto do Hotel

Ele seguiu, olhos famintos. No quarto, ar condicionado gelado contrastando com nossa pele quente.

Fechei a porta. — A que estás a brincar? — perguntou ele, mas voz tremia.

— Não brinco. Quero-te agora. — Beijei-o feroz, língua na boca dele salgada de suor. Mãos dele nos meus peitos, apertando forte. Gemi, baixei a mão para a cueca dele. Pau duro, grosso, latejando. Tirei tudo. Ele nu, pica erguida, veias pulsando.

Empurrei-o na cama, lençóis frescos de hotel. Montei nele, cona já molhada roçando a cabeça da pica. — Enfia já, porra — supliquei. Ele obedeceu, um empurrão fundo. Ahhh, preenchida, quente, apertada. Cavalguei forte, peitos balançando, suor pingando. Ele gemia: — Caralho, estás tão boa…

Virei de quatro, rabo empinado. Ele lambeu minha cona primeiro, língua no clitóris inchado, gosto salgado misturado. Dedos no cu, devagar. — Quero foder-te aqui — grunhiu. Untei com cuspe, pica na entrada. Doeu um pouco, mas delícia. Entrou lento, esticando. Fodi devagar, depois rápido, barulho de pele batendo, suor escorrendo.

Joui gritando, corpo tremendo, cona apertando a pica dele. Ele veio logo, jatos quentes dentro do cu, gemendo rouco. Caímos exaustos, cheiro de sexo no ar, clim zumbindo.

Horas depois, vesti-me. Ele ainda dormia. Saí quieta, mala pronta para o voo da manhã. No táxi para o aeroporto, rabo dolorido, cona latejando de prazer. Ninguém sabe, anonimato puro. Sorri sozinha. Melhor escale da vida. Ainda sinto o gosto dele na boca.

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