Estava em escala forçada em Phuket, depois de um voo de Lisboa para Singapura que atrasou por causa de uma tempestade. Cheguei ao hotel perto do aeroporto suada, a pele colando na roupa fina. O ar úmido da noite tropical me deixava louca de desejo, longe de tudo, ninguém me conhecia aqui. Entrei no bar do lobby, luz baixa, cheiro de rum e jasmim. Três caras na casa dos 50, elegantes, bronzeados, conversavam num canto, copos na mão. Sorri pra eles ao passar, sentindo os olhares nas minhas pernas. Escolhi uma mesa perto, cruzei as pernas devagar, a saia curta subindo um pouco.
Pedi um cocktail forte, o gelo tilintando no copo gelado contra a minha pele quente. Eles pararam de falar, olhos fixos em mim. Um deles, barba grisalha, veio falar. ‘Boa noite, portuguesa? Parece perdida no paraíso.’ Ri, nervosa mas excitada. ‘Escala ruim, mas agora tô bem acompanhada.’ Conversamos, risadas altas, o ar-condicionado gelado arrepiando minha pele. Tirei a blusa leve, só de sutiã rendado por baixo. ‘Aqui ninguém julga, né?’ disse, inclinando-me pra frente, deixando ver o decote. Eles se aproximaram, mesa conjunta agora. Mãos roçando minhas coxas, conversa virando safada. ‘Você é fogo puro’, murmurou o mais alto, dedo traçando minha meia-calça.
A Escale Inesperada e o Flert no Bar
A tensão explodiu. Fui ao banheiro, desabotoei mais a blusa, saí com os seios quase pulando pra fora. Parei na mesa deles, dobrei pra falar baixo: ‘Querem ver mais de perto?’ Eles me puxaram pro sofá em U, eu no meio. O da barba enfiou a mão na minha saia, dedos subindo pela coxa suada, sentindo o calor da minha cona já molhada. ‘Porra, tá encharcada’, grunhiu. Eu gemi, abri as pernas. O outro chupou meu pescoço salgado de suor, língua quente. ‘Fode-me agora, sem papo.’
Desabotoaram calças, paus grossos saltando, veias pulsando. Segurei um na mão, punheta lenta, sentindo o pré-gozo escorregadio. O da barba me deitou no sofá, rasgou minha calcinha, meteu a cara na minha cona raspada. Língua fodendo fundo, chupando o clitóris inchado, barulho molhado ecoando no bar vazio. Gritei baixo, ‘Lambe mais, caralho!’ Gozei na boca dele, corpo tremendo, pernas no ombro. Ele se ergueu, pauzão roxo enfiando na minha buceta escorrendo. ‘Tá apertada pra porra’, gemeu, bombando forte, bolas batendo na minha bunda.
O Prazer Selvagem e o Adeus Anônimo
O segundo veio por trás, cuspiu no cu meu, dedo abrindo. ‘Relaxa, vadia gostosa.’ Empurrou o caralho grosso no meu rabo, devagar, queimando delicioso. Fodia entre os dois, recheada, seios balançando livres, mamilos duros roçando o peito peludo. O terceiro enfiou na minha boca, garganta funda, baba escorrendo. ‘Engole tudo, puta.’ Chupava gulosa, gosto de porra e suor. Eles me usavam, viravam, fodia vaginal, anal, bucal sem parar. Gozei de novo, cona piscando no pau, cu apertando. Eles explodiram: um na boca, engoli quente e grosso; outro na buceta, porra escorrendo coxas; o último no cu, enchendo até vazar.
Desabei ofegante, corpo mole, cheiro de sexo no ar. Eles me beijaram, vestiram. ‘Volta quando quiseres.’ Sorri, pernas trêmulas. Tomei banho rápido no quarto, clim gelada nos lençóis úmidos, barulho de aviões ao fundo. No dia seguinte, embarquei, cona dolorida mas feliz, porra ainda sentida nas entranhas. Anônimo, perfeito. Volto pra Lisboa com segredo quente, vontade de mais escalas assim.