Estava em viagem de negócios para Londres, mas uma escalas imprevista em Paris por causa de uma tempestade furiosa. Chovia cats e cães lá fora, trovões ribombando. Cheguei ao hotel perto do aeroporto, ensopada. Saia curta colada nas coxas, blusa fina transparente, sutiã marcando. O lobby estava vazio, luzes baixas, ar condicionado gelado contra a pele quente e húmida.
Vi-a logo: uma loira francesa, Mélanie, olhos azuis assustados. Ela tremia, chemisier branco grudado nos peitos, mamilos duros apontando como balas. ‘Medo de trovões?’, perguntei, aproximando-me. Ela sorriu, nervosa. ‘Sim… e tu? Portuguesa?’. Falámos. Eu, Inês, de Lisboa, longe de tudo, ninguém me conhece aqui. A liberdade do desconhecido excitava-me. O cheiro da chuva misturado com o perfume dela, doce e salgado.
A Tempestade e o Encontro no Lobby
‘Tens quarto?’, disse eu, mão na coxa dela por cima da saia de ganga. Ela corou, mas abriu as pernas um pouco. ‘Sim, mas… o meu voo é em duas horas’. Perfeito. Urgência total. ‘Vamos subir. Secamos-nos’. Subimos de elevador, mãos roçando, respiração pesada. No quarto, porta bateu, trovão ecoou. Ar condicionado zumbia, frio contrastando o calor moite das nossas peles.
Tirámos as blusas molhadas, pendurámo-las no aquecedor. Torso nu, peitos livres. Os dela, firmes, rosados. ‘Lindo…’, murmurei, puxando-a. Beijei-a devagar nas bochechas, depois forcei a boca. Línguas dançavam, vorazes. Mão na coxa dela, subindo. Ela sem cuecas! Cona já molhada, lábios inchados. ‘Caralho, estás pronta’, ri baixinho. Dedos abri a coninha, clitóris inchado. Apertei-o, ela gemeu.
Ela revidou, mão na minha saia, string de lado. ‘Tu também pingas’. Dedos dela no meu clitóris, roçando. Penetrou-me devagar, tocou o hímen – virgem? Não importa. Eu gemia, chupava os dedos com o sumo dela, salgado e doce. ‘Deita-te’, ordenei. Ela no sofá-cama, saia levantada. Boca no umbigo, desci à cona. Cheiro forte, excitante. Lambi os lábios, aspirei o clitóris como um pauzinho duro. ‘Ah, merda, continua!’, gritou ela.
Explosão de Prazer no Quarto
Dedos no cu dela, saliva molhando o anel franzido. Ela resistiu primeiro, depois abriu. Meti um dedo no cu, outro na cona, foda ritmada. Ela tremia, sumo escorrendo pela minha cara. Levantei-me, fodi-a com força, boca no peito, mamilo entre dentes. Beijei-a para abafar gritos. Ela gozou, cona apertando meus dedos, ‘Fodo-te, Inês!’.
Agora 69. Ela por cima, cona na minha boca, eu lambendo tudo – clitóris, ânus, sumo grosso. Ela chupava a minha cona, dedos no cu meu. ‘Mais fundo!’, pedia. Gozámos juntas, corpos colados, suados, cheiro de sexo e chuva. Ar condicionado gelava os peitos, aviões rugiam ao longe.
Depois, chuveiro rápido. ‘Meu voo…’, disse ela, vestindo-se. Beijo final, gosto de cona na boca. Ela saiu, anónima para sempre. Eu fiquei, corpo latejando, memória fresca. Peguei o meu avião horas depois, cona ainda sensível, sorriso secreto. Liberdade de passagem, prazer puro. Quero mais escalas assim.