Escala Torride: Sedução Selvagem no Lobby do Hotel

Estava de férias no sul de Espanha, Málaga, sol a queimar a pele. Longe de Lisboa, ninguém me conhece aqui. Liberdade total. Cheguei ao hotel suada, a blusa colada no corpo. O lobby fresco, ar condicionado a zumbir, gelado na pele salgada do mar. Sentei-me no bar, pedi um gin fresco. Olá? Uma voz suave. Levantei os olhos. Ela: espanhola, uns 40, corpo Jane Birkin mas curvas hispânicas. Seios pequenos, quase de rapariga, mas mamilos escuros e longos a marcarem a camisola fina. Ancais largos, rabo pleno. Cabelo escuro solto. Dolores, disse. Eu, Inês. De onde vens? Portugal, respondi, sorriso cúmplice. Conversa flui. Toquei o braço dela, pele quente. Os olhos dela nos meus seios. ‘Quente lá fora, né?’ Sim, mas aqui… arrepio. O marido dela adormeceu no sofá ali perto, fato amarrotado. Viagem de negócios, explicou. Meu voo é amanhã cedo. Escala curta. Urgência no ar. ‘Quarto?’ sussurrei. Ela hesitou, mordeu o lábio. ‘Vamos.’

Subimos. Elevador cheira a perfume barato e suor. Porta do quarto bate. Beijos famintos. Línguas quentes, sal na boca dela. Roupa voa. Eu nua, cona depilada a brilhar de excitação. Ela, mini-slip transparente, triângulo negro de pelo grosso a transparecer. Chuveiro. Água fria a bater. Moitas de suor. Eu sabono-a: pescoço, ombros. Seios minúsculos nas mãos, mamilos duros como pedras, rolo-os entre dedos. ‘Ai, Inês…’ Desço, barriga, umbigo. Sabão na toison escura, como champô. Dedo escorrega nas grandes-lábios, roça o clitóris inchado. Ela treme. ‘Fode-me com o dedo.’ Girei-a, sabão no rabo carnudo. Abro as nádegas, dedo na raia, no cu apertado. Ela geme alto. Ela faz o mesmo. Pesa meus seios fartos, chupa mamilos. Hesita na cona nua, mas lambe suave. ‘Tão lisa…’ Corpos escorregadios, seios nos seios, conas a roçarem. Eu na coxa dela, ela na minha. Dedos no cu dela, força o anel. Ela goza violento, corpo a convulsionar, jatos na minha perna. Eu sigo, orgasmo duplo, beijo profundo.

O Encontro no Lobby e a Tensão Crescente

Secas, na cama. Drapos ásperos do hotel. Motores de aviões ao fundo, noite moite. Ela de quatro, rabo aberto. Chupo o cu, língua nos pregos, forço entrada. ‘Lambe-me toda.’ Ela abre pernas, cona peluda pingando. Eu debaixo, cara na cova. Guio o vibrador do quarto – improvisei com o auscultador? Não, dedos e língua. Ela fode o ar. ‘Quero mais.’ Viro-a, 69. Chupo o clitóris escondido no pelo, ela devora minha cona, dedos no cu. ‘Sua puta molhada.’ Gemidos ecoam. Ela goza na minha boca, sumos salgados. Eu tremo, esguicho.

Manhã chega. Voo espera. Ela acorda, beijo final. ‘Segredo nosso.’ Desço, lobby vazio agora. No avião, cona ainda lateja. Sabor dela na boca, cheiro de sexo no corpo. Anónimo, perfeito. Ninguém sabe. Volto a casa, mas o fogo fica. Quero mais escalas assim.

Leave a Comment