Estava de volta de um congresso em Lisboa, voo para o Porto com escale em Paris-Orly. Imprevisto: greve, avião atrasado 12 horas. Hotel transit fornecido pela companhia, daqueles impersonais perto da pista. Cheguei exausta, mas o calor húmido da noite de setembro colava na pele. No lobby, luzes amareladas, ar condicionado a zumbir gelado, som distante de motores rugindo.
Sentei-me no bar, pedi um copo de vinho tinto. Ela estava ali, ao lado. Alta, uns 1,75, cabelo castanho ondulado, pele bronzeada de verão. Francesa, uns 30 anos, vestido justo vermelho que marcava as curvas. Olhos verdes, sorriso provocador. ‘Boa noite’, disse ela em francês lento, virando-se para mim. Eu, portuguesa direta, respondi em inglês: ‘Noite quente, não é?’. Rimos. Chamava-se Amélie. Viajante de negócios, escale igual à minha.
O Encontro no Lobby e a Tensão que Cresce
Conversámos. Vinho desceu fácil. Falei da liberdade de estar longe, ninguém nos conhece. Ela piscou: ‘Exato. Aqui, tudo é permitido’. Olhares cruzados, pernas roçando debaixo do balcão. Senti o formigueiro na barriga, os mamilos endurecendo contra o sutiã. ‘Quarto 312’, murmurou ela, levantando-se. ‘Vens? Meu voo é às 6h’. Urgência do tempo, excitação do desconhecido. Subi com ela no elevador apertado, cheiro a perfume misturado com suor.
Porta fechada, clim a 18 graus, arrepios na pele. Ela empurrou-me contra a parede, beijou-me voraz. Línguas enroscadas, gosto a vinho e sal. ‘Quero-te agora’, sussurrei. Mãos dela nos meus seios, apertando forte. Tirei o vestido dela, corpinho perfeito, cueca rendada já molhada. ‘Estás encharcada’, ri eu, enfiando a mão. Dedos na cona dela, quente, escorregadia. Ela gemeu: ‘Sim, fode-me com os dedos’.
Caímos na cama, lençóis ásperos de hotel, cheiro a lavanda sintética. Eu de joelhos, abaixei-me entre as pernas dela. Cona depilada, lábios inchados, brilhantes de mel. Lambi devagar, língua larga no clitóris. ‘Oh merda, que delícia’, gritou ela, mãos no meu cabelo puxando. Chupei forte, dedo dentro, sentindo as paredes pulsar. Ela arqueou as costas, ‘Mais rápido, vai, lambe a minha coninha toda’. Gosto salgado, ácido, viciante. Enfiei dois dedos, fodi-a ritmado, nariz no clitóris, aspirando.
O Sexo Intenso e o Adeus Apressado
Ela virou-me, ‘A minha vez’. Abriu-me as pernas, língua na minha boceta. ‘Que caralho, estás tão molhada, Portuguesa safada’. Lambeu os lábios internos, chupou o clitóris como se fosse um caramelo. Dedos no cu, outro na cona, bombeando. Gozei primeiro, ondas violentas, corpo a tremer, ‘Fode, fode, não pares!’. Ela riu, continuou até eu implorar.
Mudámos de posição, 69 frenético. Conas na cara uma da outra, lambendo, mordendo, dedando. ‘Come a minha raba’, pedi. Ela obedeceu, língua no ânus, dedo dentro. Eu revidei, enfiando a língua fundo na dela. Suores misturados, gemidos abafados, cama a ranger. Gozámos juntas, explosão, sumos escorrendo queixo abaixo. Corpos colados, respiração pesada, som de aviões ao fundo.
Horas depois, no táxi para o aeroporto, amanhecer cinzento. Ela acenou da porta, ‘Até nunca, safada’. No avião, sentada, ainda sinto o cheiro dela na pele, a comichão na cona. Anonimato perfeito, ninguém sabe. Sorrio, lembro o gosto salgado, o calor moite. Melhor escale da vida. Volto quando quiser.