Estava de férias no Algarve, mas o voo atrasou por causa de uma tempestade. Escale imprevista em Faro, perto do aeroporto. Check-in no hotelzinho ali ao lado, daqueles com lobby barulhento de aviões ao fundo. O ar condicionado gelado batia na pele suada da viagem, misturado com o cheiro de mar e sal. Sentei-me no bar, shortinho curto, top solto, pernas bronzeadas à mostra. Queria esquecer o stress.
Ele apareceu do nada. Alto, estrangeiro, talvez espanhol ou italiano, olhos famintos. ‘Boa noite’, disse com sotaque, sentando ao meu lado. Copo de vinho na mão dele, o meu de gin tónico. Falámos de viagens, de noites quentes. O bar esvaziava, o zumbido dos motores distantes. Senti o joelho dele roçar no meu. Coração acelerado. ‘Quarto 207?’, perguntei, mordendo o lábio. Ele sorriu, pagou e subiu comigo no elevador. Mãos já ansiosas, mas esperei.
A Escale Imprevista e o Encontro no Lobby
Bati à porta do meu quarto. Nada. Entro, ligo a luz fraca. Toque na porta. Abro e lá está ele, sorriso predador. ‘Surpresa?’, murmurou. Puxou-me para dentro, fechou a porta com um clique. Saltei-lhe ao pescoço, braços à roda dele. Mas ele parou, agarrou a cara e beijou-me forte, língua invadindo a boca, empurrando-me contra a parede fria. Mãos dele: uma no peito, apertando o mamilo duro; outra sob a saia, subindo a coxa suada. Cheguei à cueca já molhada, excitada pelo cheiro dele, suor e colónia.
Dedos dele escorregam por baixo do tecido, inundados. Entram em mim fácil, dois de uma vez. Gemi no beijo. ‘Estás tão molhada’, sussurrou. Levantou-me pelas nádegas, carregou-me à mesa da cozinha pequena, pousou-me. Pernas enroscadas nele, unhas nas costas. Desci, quis abrir-lhe as calças, chupar aquela pila dura que via o volume. Mas ele virou-me, plicou-me na mesa, saia subida.
Ajoelhou-se atrás, baixou cueca e saia. Boca no rabo, língua no sexo. Lambeu devagar, saboreando o mel. ‘Hummm, delícia’, disse. Abri pernas, empurrei cabeça contra mim. Língua funda, dedos agora: um, dois, três, ao ritmo da respiração ofegante. Subiu ao cu, circundou o anel, lambeu. Surpresa boa, adorei. Escalei nádegas, dei-lhe acesso. Gemi alto, medo dos vizinhos, mas foda-se, ninguém me conhece aqui.
O Sexo Intenso na Quarto de Hotel
Levantou-se, pila nua contra mim. Grossa, veias pulsantes, roçando nas nádegas suadas. Entre pernas, fricção nas lábios inchados. ‘Enfia, porra, fode-me!’, gritei. Entrou seco, fundo. Grito de prazer-dor. Saiu todo, voltou forte, bolas batendo no clitóris. Ritmo louco, mãos nas ancas. Subiu costas, ombros, plicou-me mais. Cueca na boca, molhada do meu gozo, abafando gemidos. Senti-me puta dele, chã dele. Gozei forte, pernas a tremer, corpo convulso.
Não parou. Mão esquerda agarra mãos no dorso, direita no cu. Dedo entra fácil, prévia da língua. Dois buracos cheios, sensação estranha e boa. Ritmo abranda, sai da cona, pressiona cu. ‘Vai devagar’, pedi, mas empurrei rabo atrás. Entra milímetro a milímetro, dor-plazer. Cheio todo, bolas contra pele. Mexe lento, acelera. Masturbo cona, dedos no cu sentindo pila através da parede fina. Ele explode, jatos quentes dentro. Gozo de novo, ondas.
Ficámos assim, suados, clim gelado na pele quente. Sai devagar, porra escorrendo coxas. Viro-me, ele já calças postas. ‘Obrigado’, piscou, saiu. Porta fecha. Sozinha, cama amarrotada, cheiro de sexo no ar, aviões rugindo.
No dia seguinte, voo cedo. Corpo doía bem, cu latejava. No avião, sorriso secreto. Anonimato puro, ninguém sabe. À noite, sozinha no quarto novo, mãos no corpo: dedos no clitóris, na cona molhada, três dentro, imaginando pila dele. Gozei pensando na escala, liberdade de passageira.