A Minha Escale Ardente em Madrid com um Estranho

Estava no fim do verão, voltando de férias no sul de Espanha. Escale imprevista em Madrid por causa de um voo cancelado. Calor de rachar na rua, ar condicionado gelado no lobby do hotel perto do aeroporto. Eu, portuguesa de 35 anos, solteira e safada, sentada no bar com uma cerveja fresca. Olho para ele: rapaz jovem, francês acho, mochila aos pés, suado, esperando não sei quê. Pouco mais de 20, olhos nervosos, corpo atlético debaixo da t-shirt colada.

Sorri-lhe, perguntei se precisava de ajuda. Ele fala espanhol razoável, mas trocamos para francês que eu domino da família. ‘Voy à Tolède’, diz. Eu ia para uma vila perto, ofereci boleia. No carro, ar quente apesar do AC, cheiro de suor misturado. Conversa sobre arte, Prado, Gaudí. Sinto o olhar dele no meu decote, saia curta subindo nas coxas. Eu abro as pernas um pouco, vejo-o engolir em seco. ‘Tens fome? Vem comer em casa, levo-te depois.’ Ele aceita, sem suspeitar.

A Rencontre no Lobby e a Tensão Crescente

Casa isolada, caminho de terra. Deixo a mala no carro. Sirvo cerveja gelada, charcutaria, tomates suculentos. Música na rádio, dançante. Gêne no ar, eu nervosa também. ‘Danças?’ Ele hesita, mas levanto-me, puxo-o. Músicas lentas, corpos colam. Sinto a ereção dura contra a minha cona. ‘Nunca estiveste com mulher?’, pergunto baixo. Beijo-o, língua dentro, ele treme.

Puxo-o para o quarto, fresco e escuro, lençóis ásperos de hotel mas limpos. Caímos na cama, eu por cima. Desabotoo a camisa dele, chupo os mamilos. Mãos na belt, zipper down. Pau duro, grosso, veias saltadas. Toquei por cima da cueca, ele geme. Libero-o, engulo todo, chupo forte, bolas na mão. Ele avisa ‘Eu vou gozar!’, mas não paro. Sinto o esperma quente jorrar na boca, engulo tudo, lambo o caralho até secar. Ele ofegante, olhos vidrados.

Deito ao lado, mão dele no meu peito. Desabotoa o top, apalpa as tetas duras. Baixo a saia, calcinha molhada. Dedos dele na minha cona peluda, clitóris inchado. ‘Que molhada…’, murmura. Penetro-me com dois dedos, gemo alto, gozo apertando a mão dele, sumo escorrendo. Tirei tudo, nua, pele salgada de suor. Ele chupa as tetas, desce à cona, língua lamba o mel, chupa o clitóris como doido. Gozo outra vez, coxas apertam a cabeça dele, grito ‘Fode-me a boca!’. Ele não para, bebo o meu próprio gozo nos beijos.

O Sexo Selvagem e Sem Limites no Quarto

Monto nele, cona aberta no pau rígido. Enfio devagar, quente, apertado. Rebolo o rabo, ele agarra as ancas. ‘Vai gozar de novo, aguenta!’, ordeno. Gozo forte, cona contrai no caralho. Agora ele por cima, pernas nos rins dele. Fode fundo, bate no fundo, bolas batem no cu. ‘Fode-me forte!’, peço. Ele acelera, grunhe, enche-me de porra quente, eu gozo com ele, unhas nas costas.

Descansamos suados, cheiro de sexo no ar, motores de aviões ao fundo. Mais tarde, de quatro, enfio o pau no cu virgem. ‘Devagar…’, mas empurro, ele geme de dor e prazer. ‘Encula-me, racha o meu cu!’, grito. Fode brutal, eu gozo como puta. Ele explode dentro, morde o ombro.

De manhã, ele parte para Tolède. Eu fico com o cu dolorido, cona inchada, memória do pau dele pulsando. Anonimato total, ninguém sabe. Na estrada, sinto o esperma escorrer, sorrio. Liberdade de passageira, prazer eterno.

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