Estava voltando de férias no sol das Canárias, voo com escala em Faro por causa de uma avaria. Cheguei ao hotel perto do aeroporto já noite alta. Ar úmido, colando na pele, cheiro de sal do mar misturado com combustível. No lobby, ar condicionado gelado arrepiando os braços. Sentei no bar, pedi um gin tónico para relaxar. Foi aí que o vi. Um tipo ruivo, forte, olhos azuis penetrantes, uns 50 anos, camisa desabotoada mostrando peito peludo. Ele sorriu, veio falar.
‘Boa noite, pareces cansada da viagem. Queres companhia?’ A voz grave, sotaque alentejano. Eu, portuguesa de Lisboa, longe de tudo, ninguém me conhece aqui. Senti um arrepio. ‘Talvez. Sou Inês, escala até amanhã cedo.’ Ele: ‘Eu sou Miguel, vivo ali perto, isolado. Bebe comigo?’ Conversa solta, olhares que queimam. Mãos roçando no balcão. O coração acelerado, buceta já úmida só de imaginar. Liberdade total, sem amanhã.
A Escala Imprevista e o Encontro no Lobby
Subimos para o meu quarto. Porta fecha, ele me empurra contra a parede. Boca na minha, língua invadindo, gosto de cerveja e desejo. ‘Quero-te agora, Inês.’ Rasga a blusa, mama exposta, chupa o mamilo duro. Eu gemo, mãos na calça dele, sinto o caralho rígido pulsar. ‘Fode-me, Miguel, urgente.’ Ele ri, baixa as cuecas minhas, dedos na cona molhada. ‘Estás encharcada, puta safada.’ Lambe os dedos, depois ajoelha e chupa a buceta. Língua no clitóris, sugando forte, eu tremo, pernas abertas, barulho dos aviões ao fundo como trilha sonora.
Não aguento. Puxo-o, engulo o caralho grosso, veias saltadas, cheiro de macho. Chupo voraz, bolas na mão, ele geme ‘Caralho, que boca boa.’ Deito na cama, lençóis ásperos de hotel, ele sobe, caralho na entrada da cona. Enfia devagar, estica-me toda, dor prazerosa. ‘Mais fundo!’ Ele bombeia forte, pele suada batendo, gosto de sal no pescoço dele. Viro de quatro, ele agarra os cabelos, fode como animal. ‘Goza na minha cona!’ Eu venho primeiro, cona apertando, grito abafado pela almofada. Ele não para, vira-me, mama na boca, e explode dentro, porra quente enchendo-me.
Paixão Desenfreada no Quarto de Hotel
Descemos de novo, mais uma rodada no chuveiro. Água morna, sabão escorregadio, ele me come de pé contra azulejos frios. Gozamos juntos, corpos colados. Depois, quietos, ele acaricia minha pele. ‘Foi incrível, mas amanhã partes.’ Eu sorrio: ‘Melhor assim, sem amarras.’
Agora no avião, rumo a Lisboa, corpo ainda dói gostoso. Lembro o cheiro dele na pele, porra secando nas coxas antes do duche rápido. Anonimato puro, ninguém sabe. Buceta pulsa só de pensar. Viajar é isso: urgência, prazer sem fim. Quero mais escalas assim.