Estava em missão de trabalho em Castres, no sul da França, controlando qualidade numa fábrica de aeroespaciais. Eu, Ana, portuguesa de 29 anos, solteira e louca por aventuras. O hotel lá tava lotado por causa das férias de julho e um evento económico. Acabei no de Castelnaudary, capital do cassoulet, a 50 km de distância. Cheguei exausta, depois de avião de Toulouse e carro alugado. O quarto? Enorme, para deficientes, com uma chuveiro italiana gigante. Água a jorrar como dilúvio, temperatura perfeita. O ar condicionado zumbia baixo, misturado ao barulho distante de motores na autoestrada.
No bar do hotel, um banquete para associações agrícolas pela festa do cassoulet. O parking explodia de carros. Curiosa, aproximei-me. Vinho rosé gelado do Tarn, mesas cheias de gente da região. Vi ela: Mélanie, 20 anos, cabelo castanho médio, bochechas rosadas, corpo firme de quem trabalha na terra. Filha de produtores de alho rosa de Lautrec, label rouge. ‘Sou agricultora, sabes?’, disse ela com sotaque cantado, olhos verdes fixos nos meus. Falámos de viagens, da minha vida em Lisboa, dos seus sonhos de modernizar a quinta. O vinho subia, calor húmido da noite entrava pela janela aberta. Senti a faísca. ‘Queres ver o meu portátil? Posso mostrar um programa que uso no trabalho’, propus. Ela riu: ‘Promessa é dívida’. Saímos juntos, corações acelerados.
A Escala Inesperada e o Encontro no Hotel
No quarto, ela parou: ‘Que espaço!’. Mostrei a chuveiro. ‘Grande, não? Vamos testar?’. Hesitou: ‘Molha o cabelo…’. Encontrei touca de plástico. Despi-me rápido, liguei a água morna. ‘Vem, enquanto tá quente’. Ela: ‘Nunca fiz isto assim… sou simples, nada de coisas esquisitas’. ‘Eu também adoro simples e gostoso’. Entrou, corpo nu perfeito: mamas firmes, cu redondo e alto, coxas fortes. Abracei-a, beijei com fome. Boca dela a saber a morango do sobremesa, língua selvagem. Água escorria, sabão de cítricos no ar. Mãos nas tetas dela, duras, mamilos erguidos. Ela gemia baixo: ‘Toca mais…’. Saboreei o sal da pele molhada, calor moite da noite.
O Prazer Cru e a Urgência da Partida
Deitei-a na cama, ventre para baixo. ‘Relaxa, abre as pernas’. Dedos na cona dela, já encharcada, lábios inchados. Pouce dentro, índice no clitóris. Ela tremia: ‘Mais forte, Ana!’. Movia o rabo como louca, gemendo alto. ‘Cala-te um pouco, o hotel inteiro ouve’. Mas ela: ‘Foda-se, continua!’. Veio forte, corpo convulso, cona apertando meu dedo. Virei-a, chupei a cona: molhada, doce, clitóris inchado. Ela: ‘Lambe, porra, lambe!’. Depois, 69: ela na minha cona, língua farta, dedos abrindo-me. Eu no cu dela, lambendo o buraco apertado. ‘Quero-te na cona agora’, disse. Cinto de foda? Não, dedos e boca. Enfiei três na cona dela, bombeando. Ela gozou de novo, esguichando um pouco. Eu vim na boca dela, pernas a tremer.
Duas horas depois, ela tinha de ir com o primo. ‘Volto amanhã?’. Mas eu sabia: urgência do regresso, ninguém nos conhece. De manhã, beijo rápido, cheiro a sexo nos lençóis do hotel. Voltei à fábrica, mas o dia todo senti o formigueiro. Na autoestrada para Toulouse, avião de regresso, o prazer latejava: cona dela na minha boca, gemidos ecoando. Anónimo, livre, só nosso. Da próxima missão, quem sabe? O desconhecido excita-me assim.