Estava de volta de um congresso em Barcelona, mas o voo atrasou e tive uma escala imprevista de 12 horas em Madrid. Fui para o hotel mesmo ao lado do aeroporto, daqueles modernos com ginásio 24h. Precisava descomprimir, suar um bocado. Cheguei lá por volta das 22h, o lugar quase vazio. Só eu e um tipo alto, moreno, com corpo de quem treina sério. Ele nos aparelhos de cardio, eu comecei na passadeira ao lado. Olhares trocados, sorrisos disfarçados. Ele suava, a camisola colada no peito largo. Eu sentia o ar condicionado gelado na pele, mas o calor subia dentro de mim.
Depois do treino, vestiários. Silêncio, só o gotejar distante das chuveiros. Ele tirou a roupa devagar, como se soubesse que eu espreitava pelo canto do olho. O caralho dele, meio duro já, balançava grosso entre as pernas. Eu adorei. Adoro isso nos estranhos, o cheiro a macho suado, o volume inesperado. Tirei o meu top, shorts, fiquei de calcinha minúscula. Ele virou-se, olhos fixos nas minhas tetas firmes, nos meus mamilos duros. ‘Boa noite para treinar’, disse ele com sotaque espanhol, voz rouca. ‘Pois é, alivia a tensão da viagem’, respondi, mordendo o lábio. Ele demorou na nudez, eu também. Comecei a sentir a cona humedecer, o ar fresco nos pelos aparados.
A Rencontre no Ginásio e a Tensão nos Vestiários
Na semana seguinte, não, espera, era a mesma noite, mas a tensão cresceu rápido. Ele foi para o chuveiro, porta entreaberta. Entrei no de frente. Água quente a escorrer pelo corpo dele, sabão espumoso na mão, descendo para o caralho agora completamente duro, veias saltadas, cabeça vermelha. Eu comecei a lavar-me devagar, dedos na cona, abrindo as pernas para ele ver. Nossos olhos travados. ‘Queres tocar?’, perguntei, voz baixa. Ele acenou, sim, mas ‘não aqui, arriscado’. ‘No parking, o meu carro, agora’, disse eu, coração a mil.
No parking subterrâneo, luzes fraquinhas, cheiro a gasolina e betão húmido. Mal trancámos a porta do meu aluguer, ele atacou. Mãos nas minhas tetas, boca no pescoço, mordidas leves. Tirei-lhe as calças, o caralho saltou para fora, grosso, 18cm fácil, pré-gozo a pingar. ‘Chupa-me, puta’, grunhiu ele. ajoelhei-me no banco de trás, engoli-o todo, garganta funda, saliva a escorrer. Salgado, quente, pulsava na minha boca. Ele gemia, ‘joder, qué buena boca’. Eu masturbava a cona ao mesmo tempo, dedos encharcados. Ele puxou-me para cima, rasgou a calcinha, meteu dois dedos dentro, fodendo-me rápido. ‘Quero a tua cona’, disse. Montei-o, guiei o caralho para a entrada molhada. Desci devagar, esticando-me toda, preenchida até ao útero. Cavalguei forte, tetas a saltar, suor a pingar, o barulho dos aviões ao fundo como banda sonora.
O Sexo Intenso no Parking e as Lembranças que Ficam
Ele agarrou-me o cu, dedos no cu apertado, enquanto eu rebolava. ‘Mais fundo, fode-me como um animal’, pedia eu. Virou-me de quatro no banco, meteu brutal, bolas a bater na minha pele. O carro balançava, vidros a embaçar com a respiração ofegante. Senti o orgasmo subir, cona a contrair, gritei ‘vou gozar!’. Ele acelerou, ‘eu também, toma o meu leite’. Gozou dentro, jatos quentes a encher-me, escorrendo pelas coxas. Eu trema toda, unhas nas costas dele. Limpámos-nos com lenços, risos nervosos. ‘Seguro?’, perguntou. ‘Tomo pílula, relaxa. Foi foda.’
De manhã, embarquei no voo para Lisboa. Pernas ainda doridas, cona sensível ao andar. Ele ficou no hotel, provavelmente para outro voo. Ninguém nos conhece, puro anonimato. No avião, fechei os olhos e revivi: o gosto salgado do caralho dele na boca, a fricção dentro de mim, o cheiro a sexo no carro. Masturbo-me agora só de pensar. Foi perfeito, urgente, sem amarrar. Da próxima escala, quero mais. A liberdade de ser de passagem… vicia.