Escala Quente em Bruxelas: Seduzi um Belga no Lobby do Hotel

Estava em viagem de negócios para Bruxelas, há uns dez anos. Voava de Lisboa, mas o avião atrasou e fiz escala longa no aeroporto. Cansada, suada da humidade de verão, decidi ficar no hotel ali perto. Check-in rápido, mala no quarto, e desci ao lobby para um copo. O ar condicionado gelado arrepiava a pele, misturado com o cheiro a café forte e carpetes gastos.

No bar, sentei-me ao balcão. Ao lado, um tipo alto, loiro, olhos azuis que brilhavam como o mar do Algarve. Chama-se Pieter, belga, uns 1,85m, corpo atlético de quem faz desporto. Vestia camisa branca justa, calças que marcavam o volume. ‘Boa noite’, disse ele em inglês com sotaque sexy. Sorri, respondi em francês trapalhão. Conversa fluiu: ele era da zona, naturista assumido, férias curtas. Eu, solteira na altura, longe de casa, sentia a liberdade pulsar. Ninguém me conhecia aqui. O vinho tinto aquecia o ventre, os olhares cruzavam faíscas. Ele roçava o braço no meu, casualmente. ‘Queres ver o jardim do hotel? É bonito à noite’, murmurou. Levantei-me, pernas moles de excitação. O coração batia forte, o ar moite da noite entrava pelas portas.

A Chegada Inesperada e a Tensão no Lobby

Subimos ao quarto dele, no mesmo andar. Porta fechada, ele despiu a camisa devagar. Pele bronzeada, peito largo, mamilos rosados. Eu tirei o vestido, só em lingerie fina. Ele arregalou os olhos: ‘Estás linda’. Abracei-o, beijei vorazmente. Línguas enroscadas, salgadas de suor. Mãos dele nas minhas nádegas, apertando. Senti o caralho dele endurecer contra a minha barriga, grosso, quente. ‘Quero-te agora’, sussurrei. Ele gemeu, baixinho.

Empurrei-o para a cama, lençóis frios de hotel contra a pele quente. Montei nele, cona já molhada roçando no pau dele por cima das cuecas. Tirei tudo: o caralho saltou, veias pulsantes, cabeça vermelha brilhante de pré-gozo. Chupei, lambi o sal da pele, engoli até à garganta. Ele gemia: ‘Oh, caralho, que boca gulosa’. Virou-me de costas, pernas ao alto. Língua dele na cona, lambendo os beiços inchados, chupando o clitóris. Provei o meu próprio molho ácido, misturado com o dele. ‘Fode-me’, pedi, voz rouca. Ele enfiou o caralho de uma vez, fundo, batendo no colo do útero. Ritmo louco, lento depois rápido, suor pingando, clim zumbindo ao fundo, motores de aviões ao longe.

A Foda Selvagem na Quarto de Hotel

Virei de quatro, ele agarrou as ancas. ‘Quero o teu cu’, disse eu, excitada pela urgência – amanhã partia. Ele untou com saliva, dedo primeiro, abrindo o anel apertado. Dor boa, prazer cru. Cabeça do caralho pressionou, entrou devagar. ‘Devagar… ah, fode o meu cu virgem’. Ele meteu todo, bolas batendo na cona. Bombeava forte, eu masturbava o clitóris, gritando. Orgasmo veio em ondas, corpo tremendo, cona esguichando. Ele acelerou, ‘Vou gozar!’, e encheu-me o cu de porra quente, jatos grossos. Ficámos colados, ofegantes, cheiro a sexo no ar.

De manhã, ducha rápida, beijo final. ‘Foi incrível, anjo’, disse ele. Saí para o aeroporto, pernas doridas, cu latejante, gosto dele ainda na boca. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Lembro e molho-me só de pensar. Aquela escala mudou tudo – liberdade de passagem, prazer sem amarras.

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