Estava de volta de um negócio em França, mas o voo atrasou. Escalei num hotel perto do aeroporto de Paris. Noite de verão, ar quente e pegajoso lá fora, mas o lobby tinha o ar condicionado a gelar tudo. Senti o suor secar na pele do pescoço, um gosto salgado nos lábios. Check-in rápido, cerveja na mão, e vi-a. Ou pensei que era ela. Uma morena eurasiana, 1,70m, magra, cabelo escuro liso aos ombros, óculos finos de mulher, tailleur preto elegante. Linda de morrer, ar angelical. Abordei direto: “Boa noite, estás aqui sozinha? Chamo-me Marta, portuguesa perdida nesta escala.” Ela piscou, voz fina e suave: “Sim, sou Julie. Também em trânsito… mais ou menos.” Mentira ou não, sorri. Conversa solta: viagens, solidão, o tesão de ser anónima longe de casa. Ninguém nos conhece. Olhos dela nervosos, mas fixos nos meus seios. Toquei-lhe o braço, pele macia como seda. “Vem ao meu quarto, tenho cerveja no minibar. O avião só amanhã.” Ela hesitou, mordeu o lábio: “Ok… mas só um bocado.”
Subimos. Elevador cheirava a perfume barato e ansiedade. Quarto standard: cama com lençóis ásperos de hotel, cortinas finas deixando entrar o zumbido distante dos motores. Liguei a clim, ar frio a arrepiar a pele. Abri cerveja, sentei no sofá. Ela de pé, mãos finas a tremer. Puxei-a para perto: “Relaxa, Julie. Gosto de ti assim, delicada.” Beijei-a. Lábios moles, mas… algo duro roçava a minha coxa. Parei. Olhei para baixo. Calças do tailleur abauladas. “O que é isto?” Ela corou até às orelhas: “Eu… sou Seb. Visto-me assim às escondidas. Não sou gay, mas…” Ri baixo, excitada pelo proibido. Liberdade de passagem, ninguém sabe. Desabotoei-lhe a blusa: soutien-gorge falso com sacos de água. Tirei tudo. Corpo liso, sem pelos, pila pequena e dura, 56kg de pure tentação feminina. “Shh, continua Julie para mim. Quero-te.” Ela gemeu: “Marta, eu nunca…”
O Encontro Fortuito no Lobby e a Tensão Crescente
Empurrei-a para a cama. Lençóis frios contra pele quente. Ajoelhei-me, peguei na pila rosada, veias pulsando. Cheirava a excitação masculina misturada com perfume de mulher. Lambi o topo, salgado de pré-gozo. “Abre as pernas, minha puta discreta.” Ela obedeceu, mãos nas minhas costas. Chupei devagar, língua no freio, bolas pequenas e lisas na palma. Ela gemia: “Ai, Marta… assim…” Engoli mais, garganta apertada, baba escorrendo. Ritmo rápido, mão a bombear a base. Olhei para cima: rosto de anjo distorcido de prazer, peruca torta. “Goza na minha boca, Julie. Mostra que és homem para mim.” Acelerou, quadris a foder a minha cara. Senti vir: “Vou…” Puxei para fora, gozo quente jorrou na língua, grosso como ovo cru, poivrado. Engoli metade, o resto na cara, óculos dela sujos. Limpei com a boca, lambendo cada gota da pila amolecendo. Ela tremia: “Foi… incrível. Nunca assim.”
Ela vestiu-se rápido, beijo final salgado de porra. “Amanhã passo, Marta.” Saiu. Eu deitada, corpo a pulsar, cheiro de sexo no ar, clim a secar o suor moite. Voo cedo, ninguém saberá. Na pista, avião roncando, revivi: pila na boca, gemidos, anonimato puro. Tesão ainda lateja entre as pernas. Volto a Portugal com este segredo carnal, pronta para a próxima escala.