Escala Imprevista: Minha Noite Selvagem com Duas Desconhecidas no Hotel Tropical

Estava de volta de um congresso em Lisboa, mas o voo atrasou e me jogaram numa escala de duas noites num hotel chique numa ilha tropical. Calor úmido, praia particular, casino brilhando à noite. Eu, Ana, portuguesa de 35 anos, recém-separada, precisava dessa pausa. Ninguém me conhecia aqui. Liberdade total.

Jantei sozinha no restaurante enorme, ar condicionado gelado contrastando com o suor na nuca. Terminei o sorvete quando ouvi risadas. Duas mulheres na mesa ao lado: loira alta, Christine, uns 30 anos, e a ruiva Carmen, curvas perfeitas. Bronzeadas, alegres, complices. Olhei disfarçada. A ruiva tirou o sapato, pé fino roçando a perna da loira. Unhas vermelhas, pele dourada. Meu ventre aqueceu. Estranho, nunca me atraíram mulheres assim.

A Chegada à Ilha e o Encontro no Restaurante

Elas viraram, sorriram. Corei, fugi pro quarto. Na cama, lençóis frescos de hotel, mão no sexo molhado. Gozei pensando nelas, forte, gemendo baixo. Motores de aviões ao fundo, lembretes da partida iminente.

No dia seguinte, piscina vazia. Sol queimando as costas. ‘Oi! Pode-se juntar?’ Pés lindos em sandálias altas. Christine e Carmen. Aceitei. Elas tiraram tops, seios firmes, mamilos duros. Carmen passou óleo na loira, mãos massageando devagar. Meu clítoris pulsou. Conversamos: elas amantes há anos, de férias. ‘E você, sozinha?’ Sorri, excitada pela urgência – amanhã eu voava.

À noite, jantamos juntas. Vinho solto, risos. ‘Viu nosso pé ontem?’ disse Carmen, pé nu subindo minha canela. Christine: ‘Gostou?’ Quatro pés agora, subindo coxas. Molhei toda. ‘Café no nosso quarto?’ Não resisti.

O Prazer Explosivo na Quarto e a Despedida Ardente

Na suíte, clim gelada, cheiro de maresia. Placaramm-me na porta, línguas na boca. Doce, macio. Nunca beijei mulher. Despiram-me devagar, saltos altos ficando. ‘Relaxa, Ana.’ Lambuzaram meus pés: chupando dedos, sugando. Gozei só nisso! ‘Mais!’, implorei.

Bocas no pescoço, orelhas, seios. Mamilos sugados enquanto se beijavam. Carmen desceu: língua no umbigo, monte de Vênus raspado, coxas internas. Evitando a buceta inchada. Voltou pros pés, subiu lambendo. Duas línguas no clitóris, dedos na xoxota encharcada, outros no cu. Dedaram fundo, paredes pulsando. Gozei rios, elas bebendo meu mel, beijando-se com meu gozo na cara.

Queria provar. Lambi pés de Christine, cheguei à buceta lisa, salgada. Carmen juntou, lambendo juntas. Sabor viciante, cheiro de sexo. Horas: 69s, cu lambido, xoxotas roçando. Carmen enfiou pé na xoxota da loira – dedos molhados entrando, eu chupando clitóris e artelhos. Viciada, viciosa.

Exaustas, suadas, entrelaçadas. Acordei com dedo no cu. Gozei mais uma vez. De manhã, beijos no lobby, aviões rugindo. Parti, corpo dolorido, prazer latejando. Anônimas pra sempre. Melhor escala ever.

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