Ano passado, eu, uma portuguesa de 28 anos, bem aberta a aventuras, tive uma escale de duas noites em Nice, sul de França. Voo atrasado, hotel perto do aeroporto. O ar quente e húmido batia forte, cheirava a sal do mar ao longe. Check-in rápido, mala no quarto com AC gelado, mas eu queria sol. Desci à piscina do hotel, lotada de turistas. Maillot duas peças apertado no meu corpo curvilíneo, seios fartos, rabo empinado. Nadei um bocado, água fresca a acordar a pele. Depois, vi o jacuzzi ao lado, vapor subindo, prometendo relax. Placa: máximo 6 pessoas. Entrei sozinha, água escaldante a queimar as pernas, jets massageando as coxas. Ahh, delícia. Instalei-me num canto, olhos fechados, sentindo o borbulhar contra a cona.
De repente, porta gira, entram três: um casal na casa dos 50, ele careca, ela magra, e um rapaz de uns 25, alto, moreno, corpo tonificado de ginásio. Ele, com óculos modernos tirados à entrada, ar sério, confiante. Filho deles, percebi pelas conversas em francês. Sentou-se ao meu lado, por sorte. ‘Bonjour’, disse ele baixo, sorriso tímido. ‘Olá’, respondi com sotaque português, piscando. Pais virados para o outro lado, meus amigos ainda na piscina. Calor da água, jets sob o cu a vibrar, pés dele roçando os meus de vez em quando com a corrente. Olhares trocados, disfarçados. Ele corou, eu sorri maliciosa. ‘Quente aqui, não?’, sussurrei. ‘Muito’, murmurou, olhos no meu decote molhado. A tensão subia, coração acelerado, excitação do desconhecido. Ninguém nos conhece, só esta noite, amanhã voo cedo. Liberdade total.
A Escale Inesperada e o Encontro no Calor da Piscina
Pé dele colou na minha perna, ficou 30 segundos. Não recuei, abri ligeiro as coxas. Ele ousou, subiu devagar pela canela, joelho. Jets escondem tudo debaixo d’água. Mão dele, invisível, pousou na minha coxa nua. Foda-se, endureci os mamilos. ‘Gostas?’, perguntei quase inaudível. ‘Demasiado’, gemeu baixo. Dedos dele para cima, roçando a borda do meu fato de banho. Minha cona latejava, molhada além da água. Inclinei-me, mão na coxa dele, musculada. Senti o volume no slip. ‘Estás duro’, sussurrei, apertando. Ele ofegou, pais alheios a conversar. Baixei o elástico do slip dele um pouco, pau saltou livre, grosso, veias pulsantes. Agarrei-o, pele quente, punheta lenta pra não gozar já. Ele gemeu mínimo, mão na minha racha, dedos dentro do fato, tocando os lábios inchados.
O Prazer Explosivo Sob as Bolhas e o Adeus Torride
‘Ai, caralho’, pensei, enquanto ele enfiava dois dedos na cona ensopada, clitoris inchado roçando o polegar. Eu acelerava na rola dele, bolas pesadas na palma. Seios dele malaxados por cima do top, eu ajudando a baixar um bocadinho pra ele beliscar o mamilo duro. ‘Fode-me com os dedos’, pedi rouca. Ele obedeceu, metendo fundo, jets a mascarar os sons. Olhos nos olhos, suados apesar da água. Pais saem? Não, continuam. Urgência do tempo, avião amanhã, anonimato puro. Minha mão voa na punheta, ele treme. ‘Vou gozar’, avisa ele sussurrando. ‘Eu também’. Acelero, cona contraindo nos dedos dele. Ele explode primeiro, jatos de porra quente na água borbulhante, desaparecendo no vórtice. Eu sigo, orgasmo brutal, pernas tremendo, bloquei a mão dele na minha boceta latejante, olhos fechados, mordendo lábio pra não gritar.
Rajustámo-nos rápido, corados. Pais dele levantam, ‘Vamos, filho?’. Ele acena, vira-se pra mim: ‘Obrigado pela massagem’. Sorri cúmplice. Saiu com eles, eu fiquei mais um bocado, corpo ainda formigando. Subi ao quarto, AC frio nos seios suados, cheiro de sexo na pele, lençóis ásperos do hotel. No avião no dia seguinte, motores rugindo ao longe na memória, cona ainda sensível, sorri sozinha. Aquela escale torride, anónima, perfeita. Ninguém soube, prazer eterno.