Estava de regresso de férias no sol do Algarve, mas um voo cancelado deixou-me em escala imprevista no aeroporto de Milão. Check-in no hotel ali ao lado, daqueles funcionais, com lobby iluminado por luzes frias e ar condicionado que gelava a pele. Ouvia os motores dos aviões ao fundo, um ronco distante que vibrava no peito. Ninguém me conhecia aqui, longe de Portugal, livre para tudo.
No bar do lobby, pedi um copo de vinho tinto, o calor moite da viagem ainda colado à roupa. Vi-a entrar: morena com cabelo negro ondulado preso num coque apertado, óculos de armação fina, saia justa preta e saltos verdes água que clicavam no chão. Ar de pimbêche, olhava o rececionista de cima, voz seca a reclamar do quarto. Medida 1,60 mas parecia gigante. Senti um formigueiro na cona só de a ver.
O Encontro no Lobby e a Tensão Crescente
Ela sentou ao meu lado. ‘Posso?’ – disse, cruzando as pernas, o perfume dela, doce e caro, invadiu-me. ‘De onde vens?’ perguntei, voz rouca. ‘Lisboa, escala por causa da merda do tempo. Tu?’ ‘Milão para negócios, mas atrasada.’ Bebemos, olhares que se comiam. ‘Gostas de Itália?’, provocou ela, lábios finos a sorrir. Toquei-lhe a mão, senti a pele macia. ‘Prefiro o que apanho aqui.’ Ela riu baixo, unhas vermelhas no copo. A tensão subia, coxas roçavam, o ar gelado contrastava com o calor entre as pernas. ‘Quarto 312. Vens?’, sussurrou, olhos fixos nos meus seios.
Subimos. Porta bateu, ela empurrou-me contra a parede, boca na minha, língua invasora, gosto a vinho e batom. ‘Tira isso’, mandou, rasgando a minha blusa. Os óculos dela embaçavam, coque desfazia-se. Eu ajoelhei, levantei a saia dela – cueca de renda preta, já molhada. ‘Chupa-me a cona, portuguesa safada’, gemeu, puxando-me o cabelo. Lambi devagar, língua no clitóris inchado, gosto salgado do suor dela misturado com o molho doce. Ela gemia alto, ‘Assim, vadia, mais fundo’. O quarto cheirava a sexo, clim a 18 graus arrepiava a pele suada, lençóis do hotel ásperos na cama king size.
O Sexo Selvagem na Quarto do Hotel
Ela virou-me, fustigou-me as nádegas com a mão aberta – pá! pá! – ‘Arrogante és tu, a olhar-me assim no lobby’. Dor boa, cona a pulsar. Pegou no cinto da mala, vibra fina, meteu-me entre as pernas. ‘Fode-te nisso.’ Eu cavalgava, gemendo, ela chupava-me os mamilos duros, mordia. Depois, 69 frenético: bocas na cona uma da outra, dedos no cu apertado, lambidas molhadas, ‘Vai, goza na minha cara!’. Gozei primeiro, jatos quentes na boca dela, ela veio atrás, corpo a tremer, unhas cravadas nas minhas costas. Sudor, cheiro de cona, barulho dos aviões como banda sonora. Fodi-la com os dedos, três de uma vez, ela gritava ‘Caralho, sim!’. Urgência total – sabíamos que partíamos cedo.
De manhã, acordámos enroscadas nos lençóis amarrotados, gosto dela ainda na pele. ‘Foi bom, desconhecida’, disse ela, vestindo-se com aquele ar superior de volta. Beijo rápido, sem nomes trocados. No check-out, olhares cúmplices no lobby vazio. No avião de regresso a Lisboa, o corpo ainda latejava – marcas roxas nas coxas, cona sensível no banco. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Sorri sozinha, mão entre as pernas discretamente. Aquela italiana arrogante levou-me ao céu numa hora. Liberdade de passagem, prazer que fica para sempre.