Estava em viagem de negócios para o Brasil, mas o voo atrasou por uma tempestade. Escale imprevista em Lisboa, no hotel do aeroporto. Cheguei suada, a roupa colada na pele pela humidade moite da noite. O lobby estava quase vazio, só o barman e ele – um tipo alto, confiante, com olhos que devoravam. Português, pelo sotaque, talvez de família rica, vestia camisa aberta no peito moreno.
Sentei no bar, pedi um gin tónico gelado. Ele aproximou-se: ‘Primeira vez em Lisboa?’ Sorri, cruzei as pernas, sentindo o ar condicionado gelado arrepiar a pele. Conversa solta, risos. Contou que era de uma família importante, irmão de alguém poderoso, mas fugia da pressão. Eu, livre, longe de casa, onde ninguém me conhece. A tensão subiu rápido. Olhares quentes, toques casuais no braço. ‘Quarto 312’, sussurrei, o coração acelerado. Ele hesitou um segundo, depois: ‘Vamos.’
Encontro no Lobby e a Tensão que Cresce
Subimos no elevador, o silêncio pesado, só o zumbido das máquinas ao longe. Na porta, beijei-o com fome, sentindo o gosto de sal na sua pele suada. Entrei, a clim da quarto gelada contrastando com o calor dos nossos corpos. Joguei a mala no chão, ele trancou a porta. Liberdade total – amanhã parto, ele fica. Ninguém saberá.
Ele puxou-me para a cama, os lençóis de hotel ásperos e frios. Rasguei a camisa dele, lambi o peito, mordi os mamilos duros. ‘Quero-te agora’, grunhiu. Tirei a saia, só lingerie. Ele ajoelhou, enterrou a cara na minha buceta já molhada. Língua quente, chupando o clitóris, dedos enfiados fundo. Gemi alto, o barulho dos aviões abafando. ‘Estás tão molhada, caralho.’ Gozei rápido, tremendo, o corpo arqueado.
Virei-o, abri as calças. O caralho dele saltou, grosso, veias pulsantes, cabeça roxa. Chupei com vontade, engoli até à garganta, saliva escorrendo. Ele agarrou o meu cabelo: ‘Assim, puta, engole tudo.’ Fodendo a boca dele na minha, urgência no ar – o voo é cedo. Deitei de costas, pernas abertas. Ele lambeu o cu, enfiou a língua, molhando tudo. ‘Quero foder-te o cu, podes?’ ‘Sim, fode-me forte.’
Noite de Sexo Intenso na Quarto de Hotel
Cuspiu no buraco, enfiou o dedo, depois dois, abrindo-me. O caralho pressionou, entrou devagar, queimando gostoso. ‘Que cu apertado, foda-se.’ Começou a bombar, pausada no início, depois selvagem. Eu masturbava a buceta, dedos voando, gozando de novo. Ele acelerou, bolas batendo na minha pele, suor pingando. ‘Vou gozar dentro!’ ‘Enche-me o cu de porra!’ Gritou, jorrou quente, enchendo-me, escorrendo.
Ficámos ofegantes, corpos colados nos lençóis amarrotados. Limpou-me com a boca, chupando a porra do meu cu. Mais uma ronda rápida, eu por cima, cavalgando o caralho dele na boca. Gozei na cara dele. Depois, dormiu um pouco, eu no peito dele, sentindo o coração bater.
De manhã, beijo rápido no lobby. ‘Segredos nossos.’ Ele piscou, eu corri para o check-in. No avião, o cu ainda dói gostoso, porra seca na pele. Lembrei cada estocada, o cheiro de sexo, o barulho dos motores. Anonimato perfeito, prazer vivo. Volto a Portugal por mais.