A Minha Escala Quente numa Praia Naturista em Faro

Estava de regresso de um congresso em Lisboa, mas o voo para Porto atrasou por causa de uma tempestade. Escala forçada em Faro, num hotelzinho perto do aeroporto. O ar condicionado gelado do lobby arrepiava-me a pele, misturado com o cheiro a café forte e maresia distante. Sentei-me no bar, pernas cruzadas, saia curta subindo um bocadinho. Foi aí que o vi: alto, moreno, músculos definidos de quem malha na praia, olhos famintos. Chamava-se André, holandês de férias prolongadas.

‘Olá, também apanhado pela chuva?’, disse ele com sotaque sexy, sentando-se ao meu lado. Sorri, mordi o lábio. ‘Sim, uma noite inteira aqui… que chatice.’ Conversa solta, cervejas geladas. Ele contou da praia nudista ali perto, ‘perfeita para relaxar, ninguém julga’. O coração acelerou. Liberdade total, longe de tudo, ninguém me conhece. ‘Vamos?’, desafiei. Ele piscou o olho, mão roçando a minha coxa por acidente. Ou não.

A Escala Imprevista e o Encontro no Lobby

Caminhámos pela noite moite, o som dos motores ao longe, calor pegajoso colando a roupa à pele. Na praia deserta, luar prateado na areia. ‘Aqui, tira tudo’, murmurou ele, despindo-se primeiro. Pau semi-duro já, grosso, veiudo. Eu hesitei um segundo, mas o tesão venceu. Blusa fora, sutiã, saia, cueca. Nua, mamilos duros com o vento salgado. Ele devorou-me com os olhos. ‘Que corpo português delicioso.’ Aproximou-se, mãos nas minhas ancas, beijo salgado de mar e desejo.

A tensão explodiu. Caímos na areia morna, ele de joelhos entre as minhas pernas. ‘Quero provar-te.’ Língua quente na minha cona já molhada, chupando o clitóris devagar, dedos abrindo os lábios carnudos. Gemi alto, ‘Assim, caralho, não pares!’ O gosto dele na boca quando o puxei para cima, pau latejante na minha mão. Grande, quente, veias pulsantes. Masturbei-o firme, cuspi na cabeça vermelha, lambi o pré-gozo salgado. ‘Chupa-me, vadia portuguesa.’ Engoli-o inteiro, garganta apertada, baba escorrendo, bolas pesadas batendo no queixo. Ele grunhiu, fodeu a minha boca com urgência.

O Sexo Intenso na Areia Quente

Não aguentei mais. ‘Meta-me agora, fode-me forte!’ Virei de quatro, rabo empinado. Ele cuspiu na cona, enfiou o caralho de supetão, esticando-me toda. ‘Que buceta apertada, porra!’ Bombadas violentas, pele a bater na pele, suor misturado com areia. Agarrei os lençóis imaginários, mas eram só dunas macias. Ele puxou-me o cabelo, mordeu o pescoço, ‘Vais gozar no meu pau, diz!’ ‘Sim, fode, mais fundo, caralho!’ O orgasmo veio em ondas, cona a pulsar, esguichando um pouco. Ele acelerou, ‘Vou encher-te!’, e gozou grosso dentro, esperma quente escorrendo pelas coxas.

Ficámos ofegantes, corpos colados, cheiro a sexo e sal. ‘Inesquecível’, sussurrou ele. Levantei-me, pernas trémulas, vesti-me devagar. ‘O meu voo parte cedo.’ Beijo final, sem nomes completos, sem promessas. No táxi para o aeroporto, o zumbido dos motores, ar fresco da manhã. Lembrei o pau dele na boca, o gozo na cona, o anonimato perfeito. Ninguém sabe, mas o tesão ainda pulsa entre as pernas. Volto à rotina, mas esta escala mudou-me. Quero mais.

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