A Minha Escale Quente com uma Estranha no Hotel de Barcelona

Estava de volta de um congresso em Madrid, mas o voo atrasou. Escale forçada em Barcelona. Cheguei ao hotel perto do aeroporto por volta das 23h. O ar condicionado gelado batia na cara, misturado com o cheiro de café queimado do lobby. Ruído distante dos motores, vibração no chão. Eu suada da viagem, saia colada nas coxas pela humidade pegajosa da noite catalã.

Sentei no bar, pedi um gin tónico. Ela apareceu: alta, cabelo escuro solto, olhos verdes que me perfuraram. Vestido leve, decote mostrando a pele bronzeada. Estrangeira, talvez francesa ou italiana. Sorriu, sentou ao lado. ‘Tarde assim, só atrasos nos voos, né?’, disse em inglês com sotaque sexy. Eu ri, respondi em castelhano misturado. ‘Sim, mas Barcelona compensa.’ Olhares cruzados, pernas roçando debaixo do balcão. O coração acelerou. Liberdade total: ninguém nos conhece aqui. Amanhã, cada uma pro seu lado.

O Encontro no Lobby e a Tensão que Cresce

Conversámos sobre viagens, solidão em escalas. Mãos tocaram acidentalmente. ‘Quarto livre?’, perguntei direta. Ela mordeu o lábio. ‘Vamos.’ Subimos no elevador, silêncio elétrico. Portas fecharam, beijei-a contra a parede. Boca quente, língua invasora, gosto a vinho tinto e hortelã. Mãos dela nas minhas tetas, apertando os mamilos duros através da blusa.

Na quarto, luz fraca da cidade pela janela. Ar condicionado zumbia, lençóis frescos de hotel. Arrancámos a roupa. Nua, ela era perfeita: cona depilada, lábios inchados de desejo. Eu de joelhos, cheirei o seu sexo molhado, salgado de suor. ‘Lambe-me’, gemeu. Língua no clitóris, chupando forte, dedos abrindo a cona encharcada. Ela gemia alto, ‘Mais, fode-me com a boca!’. Gozou na minha cara, sumo quente escorrendo pelo queixo.

O Sexo Intenso na Quarto de Hotel e o Adeus

Deitei-a na cama, 69. A dela na minha cona, dedos enfiados fundo, dois, três, fodendo ritmado. Eu tremia, o cheiro dela no nariz, gosto salgado na boca. ‘Meta o rabo na minha cara’, pedi. Virou, cu aberto, lambi o buraco apertado enquanto ela me comia. Peguei no vibrador da minha mala – sempre levo. Enfiei na cona dela, vibração máxima, ela gritou, ‘Caralho, vai, fode-me!’. Eu masturbava-me ao mesmo tempo, dedos no clitóris inchado, molhada até aos pulsos.

Mudámos: ela por cima, tribbing feroz, conas coladas, suadas, escorregadias. Mamilos roçando, unhas nas costas. ‘Vou gozar de novo!’, berrou. Eu também, corpo convulsionando, esguicho misturado no lençol. Orgasmo duplo, gritos abafados pelo travesseiro. Depois, anal: lubrificante do hotel, dedo no cu dela, depois o vibrador devagar. ‘Devagar… ah, foda-se, mais fundo!’. Gozou tremendo, eu lambendo o resto.

Dormimos coladas, suor secando na pele, cheiro de sexo no ar. De manhã, café rápido no lobby. ‘Foi incrível’, disse ela, beijo leve. ‘Sem nomes, sem promessas.’ Peguei o táxi pro aeroporto, corpo dolorido, cona sensível, mas prazer latejando. No avião, toquei-me discretamente, revivendo o gosto dela, o gemido rouco. Anonimato perfeito: só uma memória torride, liberdade de viagem. Ainda sinto o sal na pele, o zumbido do AC. Quero mais escalas assim.

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