A Minha Aventura Erótica no Covoituragem de Porto a Lisboa

Eu estava em Porto por causa de um curso rápido de negócios. Voltar para Lisboa? Pesquisei covoituragem no BlaBlaCar. Encontrei o Miguel, um tipo alto, olhos escuros, uns 35 anos. ‘Olá, Inês!’, disse ele ao ver-me no parque de estacionamento, com aquele sorriso maroto. Beijinhos na cara, como se fôssemos amigos de longa data. Já tínhamos trocado mensagens, mas ao vivo… uau, química instantânea.

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‘Entra, estás confortável?’, perguntou, enquanto punha a mala no porta-bagagem. O carro cheirava a couro novo e um leve perfume amadeirado dele. Saímos para a A1, sol a bater no para-brisas, ar quente a entrar pelas janelas entreabertas. ‘Gostas de viajar assim?’, perguntei. Ele riu: ‘Melhor com companhia gira como tu.’ Senti um formigueiro na barriga. Falámos de tudo: trabalho, viagens, depois… sexo. Lembrei-me de um truque que ouvi para ganhar confiança: falar de coisas íntimas sem tremer.

O Encontro Fortuito e a Tensão que Subiu

‘Queres experimentar?’, desafiei. Ele aceitou. ‘O que vês primeiro numa mulher?’ ‘Os olhos… e as ancas.’, disse sem hesitar. Eu: ‘Ombros largos, fortes. E de perto, o volume das cuecas.’ Rimos, mas o ar ficou denso. ‘Zona mais erógena?’ ‘O clitóris…’, murmurei, sentindo o rubor subir. Ele: ‘Conta o teu melhor sexo.’ Falei do verão nas Algarves, um monitor que me lambeu a cona até eu explodir, língua a fouçar, mãos nos seios suados. Ele contou um ménage com duas amigas, picas e bucetas em harmonia. Ouvi o motor roncar ao fundo, o suor a colar a blusa à pele. Olhei para a bragueta dele: inchada. Ele reparou no meu olhar vidrado.

A 200 km de Lisboa, a tensão era insuportável. Calor húmido da tarde, estrada vazia. ‘Tudo fica na carro, não fica?’, sussurrei. ‘Sim…’, respondeu rouco. A mão dele na minha coxa, subindo devagar. Eu virei-me, mão na perna dele. ‘Quero algo louco agora.’ Desci a braguette, tirei o caralho duro, veias pulsantes, pré-gozo a brilhar na cabeça. ‘Gostas?’, perguntei, masturbando devagar. Ele gemeu: ‘Merda, Inês… Continua a conduzir.’ O carro vibrava, eu sentia o cheiro almiscarado do sexo dele, salgado na ponta da língua quando lambi o glande.

O Prazer Cru na Estrada e o Adeus Torride

Passei por cima do apoio de braço, boca na pila dele. Chupei o cabeção, língua a rodar, engoli até à garganta. Ele gemia, mão nos meus cabelos molhados de suor. ‘Assim como a tua amiga?’, provoquei, lambendo as bolas peludas. ‘Melhor… fode-me a boca.’ Acelerei, sugando forte, saliva a escorrer, barulho molhado misturado com o ronco do motor. Senti os camiões passarem, será que viam? Ele apertou o volante: ‘Vou gozar!’ Tapei a boca no caralho, punheta rápida. Jatos quentes de porra na garganta, engoli tudo, salgado e grosso, limpando as últimas gotas com a língua. ‘Perfeito…’, disse ele ofegante.

Chegámos à gare de Lisboa ao pôr do sol, calor moite na pele. Beijo rápido, língua ainda com o gosto dele. ‘Obrigada pela boleia inesquecível.’ Saí, pernas bambas, cona latejante de excitação não saciada. Ninguém nos conhece aqui, anonimato total. Ainda sinto o pulsar na boca, o cheiro dele nos dedos. Foi só uma paragem na estrada, mas que fogo… Volto a fazer, sem dúvida. A liberdade de passageira anónima é viciante.

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