Estava de volta de umas férias na família em França, corpo todo dorido da noite anterior. O meu primo por afinidade, o Noé, e o amigo Tom tinham-me dado cabo da cona e do cu com uma dupla penetração alucinante. Fazia séculos que não fazia triolismo, e adorei cada segundo. Sentia-me endolida, mas deliciosamente saciada. Tinha um voo para Lisboa às 18h, mas uma escala imprevista deixou-me num hotelzinho perto do aeroporto de Nice. Ar condicionado gelado no lobby, cheiro a café forte e maresia no ar. Ninguém me conhecia aqui, liberdade total.
Desci de peignoir curto, ainda húmida do banho, a tentar relaxar antes do voo. Toquei a campainha… não, a porta do lobby rangeu e entra ele: Francisco, o pai do Noé. ‘Cláudia? Que coincidência!’ – disse ele, olhos a devorar-me dos pés nus à garganta molhada. Ele era atlético, menos de 50, corpo seco de corredor. ‘O que fazes aqui?’ perguntei, coração a acelerar. Ele entrou, beijou-me as bochechas, cheiro a aftershave misturado com suor.
O Encontro Inesperado no Lobby
‘Vi a tua mãe na rua, pensei em vir dizer adeus à sobrinha.’ Mas o olhar traía: ele sabia. ‘Ontem à noite… ouvi barulhos no quarto. Subi e vi-te com o Noé e o Tom. Caralho, Cláudia, estavas magnífica a ser fodida pelos dois lados.’ Palei, mas a excitação subiu. Ele mordia o lábio, mão a tremer. ‘Se não fosse o meu filho, entrava e metia-te o caralho na boca.’ Senti a cona a humedecer sob o peignoir. ‘Gostaste?’ – sussurrei, aproximando-me, abrindo o decote. ‘Adorei. Adoro ser usada, cona e cu cheios, mas eu mando. Queres meter-me a tua, Francisco?’
Ele abriu o peignoir, mãos nos meus peitos firmes. ‘Putinha… cona depilada, perfeita.’ Levantei a perna na cadeira do lobby vazio, ele ajoelhou e lambeu-me o clitóris. ‘Ahhh, chupa forte, come-me a cona!’ Guiava a cabeça dele, língua quente no melado. O som dos aviões ao fundo, calor moite da noite, pele salgada de suor.
Ele levantou-se, caralho duro a forçar as calças. Desabotoei, agarrei aquela verga grossa, dura como pedra. ‘Masturbaste-te a pensar em mim?’ ‘Fodi a tua tia, mas via a tua boca a engolir caralhos.’ Atraiu-me para o colo dele numa cadeira, dedos na cona encharcada. ‘Que molhada, salope!’ Dois dedos dentro, som chap-chap molhado. Gemi, rebolando. ‘Mais fundo, fode-me com os dedos!’
A Foda Selvagem e o Adeus Picante
Não aguentou. Levantou-me as nádegas, meteu o caralho na cona de uma assentada. ‘Uhhhh, que apertada!’ Rebolava em cima, couilhas a bater nas minhas grandes-lábios, peitos balançando. ‘Quero-te no cu, mas aguento pouco.’ Virei-me, dobrei-me na mesa fria do quarto que ele arranjou rápido – lençóis ásperos de hotel, AC a zumbir. Penetrou forte, polegar no cu. ‘Ontem estavas linda, olhos fechados, cu arrombado.’ Fodia-me selvagem, mesa a ranger, cona a contrair.
‘Vou gozar!’ – gritei, dedos no clitóris, orgasmo a explodir em espasmos. Ele saiu, ‘Ajoelha!’ Lam bi o caralho, ele gozou na boca aberta, jato quente a engolir. ‘Incrível…’
Agora no avião, corpo ainda a pulsar, cona dorida, gosto de porra na garganta. Ninguém sabe, anónimo perfeito. Urgência do voo tornou tudo mais intenso. Volto? Claro, ele vem a Lisboa, levo-o para mais. Liberdade de viagem, ninguém julga.