Estava em viagem de negócios para Colônia, mas o voo atrasou. Escale forçada em Aachen. Cheguei ao hotel Vincal já noite alta. Ar condicionado gelado no lobby, mas o calor moite da rua ainda colava na pele. Suor salgado no decote. Pés doendo nos saltos.
Sentei no bar, pedi um gin tónico. Ela apareceu. Alta, mais de 1,80m. Pele branca como leite, quase translúcida. Cabelo castanho curto à frente, mais com penas na nuca. Olhos verdes penetrantes. Vestia um robe de seda lilás, decote fundo mostrando tetas firmes. Parecia saída de um filme. Estrangeira, talvez alemã ou holandesa. Sorriu. ‘Cansaço de viagem?’, perguntou com sotaque suave.
O Encontro no Lobby e a Tensão que Cresce
Chamei-me Ana, portuguesa de Lisboa. Ela, Clara, ‘comissária de bordo em layover’. Rimos. Falámos de voos, de solidão em escalas. O bar esvaziava. Olhares demorados. Dedos roçando o copo dela no meu. Coração acelerado. ‘Quarto 512. Subo já’, sussurrou. Urgência no ar. Ninguém nos conhece aqui.
Bati à porta. Ela abriu nua de cintura para cima. Tetas gigantes, mamilos grossos como rolhas, erguidos. ‘Entra, Ana. Faz calor aqui dentro.’ A clim zumbia baixo, mas o quarto cheirava a desejo. Drapos brancos amarrotados na cama king size. Janelas com vista para luzes distantes, motores de aviões ao fundo.
Beijámo-nos vorazes. Línguas quentes, salgadas de suor. Mãos dela nas minhas nádegas, apertando forte. Tirei o robe dela – fio dental minúsculo, transparente. Cu redondo, depilado. A minha cona já pingava. ‘Quero-te agora’, gemi. Ela riu, baixa. ‘Tudo permitido em escalas.’
Empurrou-me para a cama. Drapos frios na pele quente. Chupou as minhas tetas, mordendo os bicos. Dedos na minha calcinha, enfiando dois na cona molhada. ‘Estás encharcada, puta portuguesa.’ Gritei de prazer. Virei-a. Ataquei aqueles mamilos enormes. Chupei, mordi, estiquei. Ela uivou. ‘Sim, assim!’
A Foda Selvagem na Quarto de Hotel
Baixei-me. Cheirei a cona dela – aroma almiscarado, excitante. Lambi o clitóris inchado, enorme como um mini caralho. Ela tremia. ‘Fode-me com a língua!’ Enfiei fundo, saboreando o mel salgado. Dedos no cu dela, apertado. Ela gozou primeiro, jatos quentes na minha cara.
69 natural. Cabeça entre as coxas dela, cona dela na minha boca. Ela devorava a minha, dedos no meu cu, língua no cu. ‘Vou-te foder toda!’ Gemi alto. Orgasmos em cadeia. O dela: gritos abafados no meu clitóris. O meu: corpo convulsionando, esguichando na boca dela. Unhas nas tetas uma da outra, arranhando. Dor e prazer misturados.
Por cima dela agora. Tribbing selvagem. Conas coladas, molhadas, escorregadias. Clitóris batendo clitóris. ‘Goza comigo!’ Berrou. Gozámos juntas, longas ondas. Corpos suados, colados. Cheiro de sexo no ar, clim inútil contra o calor dos nossos.
De manhã, café rápido. ‘Segredo nosso’, piscou. Ela partiu para o voo. Eu, no táxi para o aeroporto, cona ainda latejante, mamilos sensíveis sob a blusa. Lembrei o gosto salgado da pele dela, os gemidos, o anonimato perfeito. Ninguém em Lisboa saberá. Volta a acontecer? Quem sabe. A liberdade de passagem… viciante.