Estava exausta, mas o calor úmido da noite em Madrid me acordava os sentidos. Voo cancelado, escala forçada no hotel do aeroporto. Ar condicionado gelado no lobby, cheiro de café forte e perfume masculino. Eu, Ana, 38 anos, curvilínea, saia justa e blusa decotada, porque quem liga? Longe de Lisboa, ninguém me conhece.
Caminhava distraída com a mala, pensando no marido em casa, quando… bum! Colidi com ele. Alto, músculos definidos sob a camisa, olhos verdes penetrantes. “Desculpa!”, eu disse, rindo. Ele me segurou pela cintura, mão roçando meu seio. “Não, a culpa é minha, linda portuguesa”, respondeu com sotaque francês, Claude. Sorri, sentindo o formigamento.
O Choque no Lobby e a Tensão que Cresce
No bar, drinks gelados, conversa fluida. Ele, professor de algo antigo, viúvo recente, solteiro na viagem. Eu confessei: adoro seduzir estranhos em passagens assim, urgência do voo amanhã liberta tudo. Ele me olhava os peitos, a coxa exposta. “Você é fogo, Ana. Quero te provar.” Meu coração acelerou, buceta úmida já. Subimos pro quarto dele, elevador lotado, mãos roçando disfarçadas.
A porta mal fechou, ele me prensou na parede. Beijos famintos, língua invadindo minha boca, gosto de uísque e sal da pele suada. Rasguei a camisa dele, unhas nos peitos firmes. “Fode-me agora, Claude, sem papo.”, gemi. Ele arrancou minha blusa, sutiã voou. Chupou meus mamilos duros, mordendo, sugando forte. “Que tetas perfeitas, caralho!”, grunhiu, mão na minha saia, dedos na calcinha encharcada.
Joguei ele na cama, king size com lençóis frios de hotel. Desabotoei a calça, pau grosso saltou, veias pulsando, cabeça roxa brilhando pré-gozo. Chupei gulosa, engolindo até a garganta, baba escorrendo. Ele gemia: “Porra, tua boca é um vácuo!”. Deitei de costas, pernas abertas. Ele lambeu minha cona raspada, clitóris inchado, dedos enfiando fundo, curvando no ponto G. Gozei gritando, jatos na cara dele, corpo tremendo.
A Foda Selvagem no Quarto com Vista para Pistas
Montou em mim, pau escorregando na entrada molhada. Empurrou tudo, esticando minha buceta ao limite. “Tão apertada, puta portuguesa!”, fodia ritmado, bolas batendo no cu. Eu arranhava as costas dele, unhas marcando. Virei de quatro, ele cuspiu no meu cu virgem de estranhos. Dedo primeiro, depois dois, abrindo. “Vai no cu? Sim, fode meu rabo!”, implorei, urgência do amanhecer nos enlouquecendo.
Pau na cona de novo, alternando, me fodendo como animal. Gozei duas vezes, esguichando lençóis. Ele acelerou, “Vou encher tua buceta de porra!”. Gozou rugindo, esperma quente inundando, escorrendo coxas. Caímos suados, aviões roncando ao fundo, clim gelada na pele salgada.
De manhã, café rápido, beijo salgado. “Foi insano, Ana. Segredo nosso.”. Peguei o voo, corpo dolorido, cona latejando, cheiro dele na pele. Anonymato salvo, mas o prazer pulsa ainda, lembro cada estocada. Volto a Lisboa, mas sonharei com aquela escala eterna.