A Minha Noite Quente numa Escale em Lisboa: Sexo com um Desconhecido

Estava de regresso de um congresso em Madrid, voo atrasado por causa de uma tempestade. Escale forçada no aeroporto de Lisboa, noite quente e moite de verão. O hotel ao lado era básico, mas o lobby tinha um bar com luzes baixas e ar condicionado gelado que arrepiava a pele. Sentei-me com um copo de vinho verde, suor ainda no decote do vestido leve. Foi aí que o vi: um rapaz novo, uns 25 anos, pele morena lisa como seda, olhos pretos farrapos, camisa justa sobre o peito definido. Parecia brasileiro, talvez de férias ou em trânsito. Sorri para ele do outro lado do balcão. Ele retribuiu, tímido mas curioso.

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‘Boa noite’, disse eu, acenando para se aproximar. ‘Voo cancelado também?’ Ele riu, voz grave com sotaque do Rio. ‘Sim, até amanhã. Chamo-me Lucas.’ Conversámos sobre o calor, os aviões rugindo ao fundo, o cheiro a jasmim da rua misturado com o fumo dos cigarros no exterior. A tensão subiu devagar. As minhas coxas roçavam as dele por baixo da mesa alta. ‘Queres subir ao meu quarto? A música no meu telemóvel é boa para dançar’, propus, mão no seu joelho. Ele hesitou, mas os olhos brilhavam. ‘Vamos.’

O Encontro no Lobby do Hotel

No quarto, a clim zumbia baixa, lençóis brancos frios na cama king size. Fechei a porta, o som distante dos motores como banda sonora. Pus uma playlist lenta, ritmos de bossa nova com toques de tambores africanos. ‘Dança para mim’, pedi, sentando-me na poltrona, pernas cruzadas. Ele ficou de pé, tirou a camisa devagar, revelando torso rasurado, músculos tensos. O slip preto marcava a protuberância crescente. As mãos dele deslizaram pelo peito, abdómen, ondulações femininas mas excitantes. Eu mordi o lábio, cona já úmida de antecipação. ‘Mais perto’, sussurrei. Ele balançava, hipnotizado pela música, suor perlando a pele salgada.

A ventilação ligou-se de repente, ar fresco a acariciar-nos como dedos invisíveis. Ele gemeu baixo, braços abertos, cabeça para trás. ‘Isto é loucura’, murmurou. Toquei-lhe o peito, pele quente e oleosa. Ele estremeceu, mas não recuou. ‘Tira o slip’, ordenei, voz rouca. Ele obedeceu, pica dura saltando livre, grossa e veiada, pré-gozo na ponta. Caí de joelhos, lambi o sal da glande, engoli devagar até à garganta. Ele agarrou-me o cabelo: ‘Caralho, que boca…’ Chupei forte, bolas apertadas nas minhas mãos, ele a gemer alto, corpo tremendo.

A Foda Selvagem no Quarto

Levantei-me, tirei o vestido, cona depilada pingando. ‘Fode-me agora.’ Ele atirou-me para a cama, lençóis frios contra a pele ardente. Entrou de rompante, pica enchendo-me toda, esticando as paredes. ‘Assim, mais forte!’, gritei, unhas nas costas dele. Ele bombava selvagem, suores misturando-se, cheiro a sexo cru no ar. Virei-me de quatro, ele meteu fundo, mão no clítoris, eu a gozar primeiro, cona contraindo em espasmos, jatos quentes escorrendo pelas coxas. ‘Vem, enche-me!’, implorei. Ele rugiu, jactos grossos de porra inundando-me, corpo colapsando sobre o meu.

Ficámos ali, ofegantes, até o céu clarear. Ele adormeceu, eu levantei-me devagar, duche rápida com água morna a lavar o sêmen pegajoso. Deixei um bilhete: ‘Obrigada pela noite. Sem nomes, sem regrets.’ No táxi para o aeroporto, o sol nascente tingia tudo de vermelho, igual à paixão. Ainda sinto o latejar na cona, o gosto salgado na boca, a liberdade de ser anónima. Ninguém em casa saberá, mas eu levo este segredo quente para sempre. Amanhã, volto à rotina, mas com o fogo aceso.

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