A Minha Escale Íntima no Algarve com um Estranho Gostoso

Estava em escala imprevista no Algarve, voo atrasado de Lisboa para Faro. Duas noites num hotel chique à beira-mar, villa antiga com jardim direto na praia. Cheguei suada, o ar quente e úmido colando na pele. No lobby, ar condicionado gelado, vi ele: alto, moreno, sorriso safado. Tiago, reconheci de imediato – adolescente, trocávamos beijos e carícias escondidas em festas, mas nunca fomos ao fim. Ele piscou, ‘Tu também aqui?’. Subi para o quarto nos sótãos, isolado, só cama grande e casa de banho. Pus as malas, ouvi passos. Ele entrou, ‘A única cama tranquila, hein? Vamos partilhar, à antiga?’. O coração acelerou, picadas no baixo-ventre. Sorri, ‘Se aguentas…’.

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A noite correu animada em baixo: copos, dança, risos dos hóspedes. Eu evitei-o um pouco, mas sentia o olhar. Às quatro, subi, bochechos, dentes lavados. Ele já despia-se, cuecas justas marcando o volume. Deitei-me de costas, silêncio pesado, só vagas ao fundo e AC zumbindo. Estiquei a mão, toquei no pacote – semi-duro. Ele gemeu baixo, baixou as cuecas, agarrou a minha cona por cima do short. Tirei tudo, revivemos o passado. Palpei as bolas dele, punheta lenta, ele imitou, dedos na minha humidade. ‘Chupas-me?’, perguntei. Ele hesitou, mas baixei a cabeça, engoli a pila grossa, salgada de suor. Ele afagou-me o cabelo, ‘Assim…’. Chupei fundo, garganta aberta, ele gemia com o mar ao fundo.

A Chegada ao Hotel e a Tensão com o Desconhecido

Levantei-me, ‘Agora tu’. Pressionei a cabeça dele, ‘Chupa-me a cona, vai’. Ele obedeceu, língua quente na entrada, sugando o clitóris. Eu molhada, cheiro de excitação no ar. Virei-o de bruços, beijei as nádegas firmes, lama no cu dele, úmido. Dedo rodou o buraco, entrou fácil. ‘Gostas?’, ‘Sim, fode-me com os dedos’. Dois dedos dentro, ele tremia. Pus saliva no caralho, posicionei-me atrás. ‘Queres pilha no cu?’. ‘Quero, fode-me!’. Empurrei devagar, glande abrindo-o, ele empurrou contra. Centímetro a centímetro, até ao fundo. Ritmo lento, depois forte, pele a bater, ‘Mais forte!’. Deitei-me em cima, martelava, ele mordia o lençol dos hotéis ásperos. ‘Vou gozar no teu cu!’. ‘Sim, enche-me!’. Gozei forte, corpo a tremer, calor moído da noite.

Ele virou-se, chupou-me a cona até eu explodir na boca dele. Dormimos colados, suor salgado na pele. De manhã, acordámos com pilas e conas prontas. 69 rápido, engoli o leite dele enquanto vozes ecoavam em baixo. ‘Esta noite, és tu a puta’, sussurrou. No jardim, à noite, ele veio por trás, ‘Chupa-me aqui, com eles a dançar’. Ajoelhei-me no escuro, cona latejando, chupei voraz, música alta abafando gemidos. Ele gozou na garganta, engoli tudo.

A Noite de Sexo Selvagem e o Adeus Ardente

No quarto, mandou-me tirar tudo, dedo no cu meu, já molhado. ‘Estás encharcado’. Entrou pilha dura, fodeu-me contra a parede, AC gelado nos peitos. Depois a quatro patas, orelhão na almofada, ele defonce-me, coxas batendo nas minhas nádegas. ‘Grita, mas cala-te!’. Gozou dentro, esperma escorrendo. Eu gozei sozinha, jatos na cara dele. No fim, último foda: ele em mim missionário, beijos quentes, línguas. Gozámos juntos, anonymato intacto.

No aeroporto, pernas bambas, memória do cu dele apertado, cheiro de sexo nos lençóis. Ninguém sabe, prazer lateja ainda. Volto à rotina, mas esta escala… inesquecível.

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