Oi, chamo-me Ana, tenho 29 anos, portuguesa de Lisboa. Viajava a negócios para o sul de França, mas o voo atrasou e apanhei uma escala de uma noite num hotel perto do aeroporto de Paris, ali para os lados do Palais des Congrès. Noite moite, ar quente a colar na pele, cheiro de asfalto molhado da chuva fina. Entro no quarto, ligo o ar condicionado que zumbe baixo, gelado a arrepiar os mamilos. Estou sozinha, longe de tudo, ninguém me conhece. Liberdade total. Visto um vestido curto preto, decote até ao umbigo, sem sutiã, cueca fio dental. Peitos firmes a saltar a cada passo. Desço ao lobby, barulhento com viajantes cansados.
Vejo-os logo: um tipo de uns 40, alto, moreno, ar confiante, e um mais novo, 20 e poucos, tímido mas com olhos famintos. Estão no bar, copos na mão. Sorrio, cruzo as pernas devagar, deixando o vestido subir. O maduro pisca o olho, aproxima-se. ‘Boa noite, beldade portuguesa?’, diz com sotaque francês grosso. Rio, toco no braço dele, sinto o calor da pele. O jovem fica atrás, mas não tira os olhos dos meus peitos. Conversa solta, risos, copos tilintam. Sinto a cona a humedecer, o ar do lobby frio nos mamilos duros. ‘Queres ver mais?’, pergunto baixo ao maduro. Ele engole em seco. ‘Vamos ao teu carro?’, sugiro, coração a bater forte. Saímos os três, para o parking subterrâneo. Luzes fluorescentes piscam, eco de passos, cheiro de gasolina e borracha.
A Escala Imprevista e o Olhar que Acende Tudo
No meu carro alugado, um Peugeot cinzento, entro no banco do passageiro, à quatre patas, volto-me para a janela. Baixo o vidro devagar. Ar fresco entra, arrepia-me toda. Levanto o vestido, saco os peitos para fora, pesados e quentes. ‘Vem cá’, digo rouca. Eles aproximam-se, paus já nas mãos. O maduro tem uma pica enorme, longa, veias saltadas, cabeçona roxa. O jovem, uns 18cm, peluda, dura como pedra. ‘Caralho, que tetas’, murmura o maduro. Começam a papar-se, rápido. Eu gemo, mão na cona encharcada, dedilho o clitóris inchado. ‘Toca-me’, peço. Eles estendem as mãos, apanham os meus peitos, torcem os bicos duros. Dor boa, prazer que sobe. Abro mais as pernas, cona ao ar, molhada a pingar no banco de couro frio.
‘Branqua-nos, puta’, rosna o maduro. À quatre patas, busto fora até à cintura, agarro as duas picas. Quentes, pulsantes, cheiro de macho. Branqueio devagar primeiro, sinto as veias, as bolas pesadas. O jovem geme alto, língua de fora como cão no cio. Acelero, punhetas simétricas, molhadas de pré-gozo. ‘Mais forte!’, grita ele. O maduro agarra-me o cabelo, puxa a cabeça. ‘Chupa, vadia’. Recuo um pouco, mas a boca abre-se sozinha, babando. Ele força, enfia a pica gorda na boca, fode-me a goela. Engasgo, saliva escorre, mas chupo voraz, língua no freio. Atrás, o jovem treme, goza primeiro: jatos quentes no meu braço, na mão, grosso e branco. ‘Obrigado, senhora’, balbucia e foge.
O Calor da Ação e o Adeus com Sabor a Porra
O maduro não para, mama os peitos com força, morde os bicos até eu gritar na pica dele. Branqueio furiosa, boca larga, cona a contrair sem toque. Ele puxa o cabelo, fode a boca fundo, bolas no queixo. ‘Engole tudo!’, avisa. Goza brutal: porra grossa na cara, peito, mento. Fico com um fio ligando os lábios, olhos fechados no êxtase. Ele força mais, última carga na boca aberta. Engulo, salgado, viscoso, quente na garganta. Branqueio suave os restos, leite a pingar nos dedos. Ele admira, eu suada, peitos sujos, cona latejante. Limpo-me com lenços, ele vai-se embora sem palavra. Subo o vidro, tremendo.
No dia seguinte, avião a descolar, motores a rugir ao longe na memória. Corpo ainda dói nos mamilos, gosto a porra na boca fantasma. Anonymato perfeito, ninguém sabe. Volto a Lisboa mais viva, pronta para mais. Aquela urgência do adeus… caralho, que vicio.