A Minha Escale Quente em Madrid: Seduzi um Estrangeiro no Hotel

Estava a caminho de Paris por negócios, mas o voo atrasou horas. Escale forçada em Madrid, check-in no hotel mesmo ao lado do aeroporto. O ar condicionado gelado batia no lobby, misturado com o ronco distante dos motores. Sentei-me no bar, suada da viagem, o vestido colado na pele pela humidade noturna. Pedi um gin tónico, o copo gelado suava nas minhas mãos.

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Ele apareceu do nada. Miguel, espanhol de olhos pretos, barba por fazer, camisa aberta no peito. ‘Tudo bem? Parece cansada’, disse com sotaque sexy. Sorri, cruzei as pernas, o salto alto roçando na dele por acidente. Falámos de viagens, de solidão em escalas. O álcool descia, o calor subia. ‘Queres subir ao meu quarto? Só um copo a mais’, murmurou, a mão no meu joelho. O coração acelerou. Ninguém nos conhecia. Liberdade total.

O Encontro no Lobby e a Tensão que Subiu

Subimos. Elevador apertado, corpos quase colados, cheiro a suor dele misturado com o meu perfume. Porta abre, quarto escuro, cortinas finas deixando entrar luzes da pista. Beijámo-nos ali mesmo, urgente. ‘Quero-te agora’, sussurrei. Ele riu baixo, mãos nas minhas coxas, subindo o vestido.

Acordei com a cabeça a latejar, enrolada nos lençóis frescos de hotel. Onde raio estava? Luz fraca pela janela, sapatos espalhados no chão, vestido amarrotado ao lado. Ouvi água a correr na casa de banho. Pus-me de fetal, pele pegajosa de suor e sexo da noite anterior. Memórias vagas: drinks, risos, corpos nus.

Miguel saiu, só de cuecas, sorriso cúmplice. ‘Dormiste como um anjo. Café?’ Ofereceu uma t-shirt dele, que me cobria até meio coxa. Na cozinha pequena, espremia laranjas, o cheiro cítrico invadiu tudo. Mostrou fotos no telemóvel: nós no bar, braços entrelaçados, beijos roubados. ‘Não te lembras?’, piscou. Ri nervosa, aliviada por ele ser gentil.

No duche, água quente reviveu tudo. Lembrei-me dele a carregar-me para a cama, beijos no pescoço, mãos fortes. Saí enrolada na toalha, ele no sofá, pernas nuas. Parei na porta, olhei-o. Tristeza nos olhos? Aproximei-me, mão no cabelo dele. ‘Obrigada por ontem’, disse. Desatei a toalha devagar. Seios firmes, barriga lisa, cona depilada à mostra. Ele engoliu em seco.

O Sexo Cru e Urgente na Quarto de Hotel

Beijámo-nos como famintos. Línguas quentes, salgadas de desejo. Tirei-lhe a t-shirt, chupei os mamilos duros. Estrangulei-o a cavalo, rabo aberto nas coxas dele. ‘Fode-me’, gemi. Ele agarrou as ancas, caralho duro roçando na minha humidade. Mordi-lhe o pescoço, gosto a salgado da pele.

Ajoelhei-me, baixas cuecas, pau latejante saltou. ‘Que cabrão grande’, ri, lambi a cabeça inchada, veias pulsantes. Engoli devagar, garganta cheia, saliva escorrendo. Ele gemia, ‘Assim, puta boa’, mãos no meu cabelo. Chupei forte, bolas na boca, punheta rápida.

Ele puxou-me, atirou-me na cama. Pernas abertas, pés nos ombros dele. Língua na cona, chupando o clitóris inchado, dedos dentro, molhado todo. ‘Estou a gozar!’, gritei, sumo escorrendo. Ele entrou, caralho grosso a rasgar-me, bolas batendo no cu. Fodi-lo de volta, unhas nas costas. ‘Mais forte, fode esta portuguesa!’, urrei. Ritmo louco, suor pingando, cama a ranger. Gozou dentro, quente, gemendo rouco.

Ficámos ofegantes, corpos colados, ar frio da clim a arrepiar a pele. Ele beijou-me suave. ‘Vais embora?’, perguntou. ‘Sim, voo em duas horas’. Vestimo-nos em silêncio, último beijo no lobby, cheiro a sexo ainda no ar.

No avião, janela embaçada, cona dolorida e molhada de memória. Anonimato perfeito, ninguém sabe. Sorri sozinha, dedos entre pernas discretos. Aquela escale foi minha, tesão eterno.

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