Estava de férias no Brasil, mas uma tempestade fodeu tudo. Escale imprevista no Rio, noite inteira presa num hotel perto do aeroporto. Calor moite, ar condicionado no lobby gelado. Entro, suada da viagem, e vejo-o. Alto, uns 1,90m, ombros largos como um touro, pele clara cheia de cicatrizes – facas, mordidas antigas. Cabelo curto escuro, olhos cinzentos de tormenta, mandíbula forte. Estrangeiro, tipo mercenário de férias. Sinto o ventre aquecer. Ninguém me conhece aqui. Liberdade pura.
Ele pega a chave do quarto, sobe. Eu… hesito. Mas sigo. Piscina do hotel, noite, luzes azuis na água. Ele tira a camisa, calções. Nu. Pau… meu Deus, enorme, pendurado entre coxas grossas como troncos. Maior que qualquer português. Olho da sombra das palmeiras, coração disparado. Ele mergulha, água salgada do mar próximo. Sai, gotas escorrendo no peito marcado. Sento-me na borda, pernas abertas casualmente. ‘Ei, turista?’, digo com sotaque luso, voz rouca. Ele vira, sorri viril. ‘Americano, escalado como você.’ Conversa flui: ele caçador de aventuras, eu aberta a tudo. Mãos roçam. Tensão explode. ‘Quarto 312?’, sussurro. Ele assente, urgência no olhar. Voo amanhã cedo.
O Encontro no Lobby e a Tensão na Piscina
Subimos. Quarto cheira a cloro e maresia. AC zumbindo, lençóis ásperos de hotel. Porta fecha, ele me empurra na parede. Boca no meu pescoço, gosto salgado da pele dele. ‘Quero te foder agora’, rosna em inglês quebrado. Rasgo a camisa, unhas nas cicatrizes. Pau dele endurece na minha coxa, grosso, veias pulsando. Ajoelho, engulo o caralho inteiro – garganta arde, mas adoro. Chupo bolas suadas, língua rodando o saco. Ele geme, mãos na minha trança. ‘Porra, sua puta portuguesa.’ Levanto, tiro vestido. Peitos livres, mamilos duros. Ele mama forte, dentes marcando.
Jogo na cama, pernas abertas. ‘Enfia nessa cona molhada.’ Dedos dele invadem, três de uma vez, me abrindo. Gozo rápido, sucos escorrendo. Ele sobe, caralho na entrada. Empurra devagar – dói gostoso, estica tudo. ‘Tão apertada…’, grunhe. Bomba forte, cama range. Pausa, vira-me de quatro. AC gelado na pele suada, barulho de aviões ao longe. Dedo no cu, lubrificado com minha baba. ‘Quer no rabo?’ ‘Sim, fode meu cu!’ Entra lento, centímetro por centímetro. Dor vira prazer animal. Ele soca, bolas batendo na cona. Eu rebolo, grito. Mão no clitóris, gozo de novo, tremendo.
O Sexo Selvagem na Quarto de Hotel
Muda posição: eu em cima, cavalgando o monstro. Peitos balançando, suor pingando no peito dele. ‘Vou encher você de porra.’ Acelero, cona engolindo tudo. Ele aperta minhas nádegas, dedo no cu de novo. Orgasmo dele explode – jatos quentes inundando, escorrendo pernas. Caio nele, ofegante. Cheiro de sexo, sal na pele, lençóis encharcados.
Manhã, embarque. Ele no lobby, aceno discreto. Avião decola, vibração nos motores revive tudo. Anonimato salvo, corpo ainda lateja. Melhor foda de passagem. Volto a Lisboa mudada, com saudade do pau dele.