Estava de volta de um negócio em Lisboa, voo para Paris com escala inesperada em Madrid. Chuva forte, tudo atrasado. Cheguei ao hotel do aeroporto por volta das dez da noite, corpo colado na roupa úmida, coração acelerado pela liberdade. Ninguém me conhece aqui, pensei. Posso ser quem quiser.
No lobby, luzes quentes, cheiro a café e perfume barato. Ele estava lá, alto, barba por fazer, olhos castanhos que me devoravam. Estrangeiro, talvez espanhol. Sorri, ele piscou. Sentei ao balcão do bar. ‘Uma gin tónica?’, perguntou com sotaque grosso. ‘Sim… faz calor aqui dentro, não?’. Rimos. Conversa solta: viagens, solidão nos aeroportos. Mão dele roçou a minha coxa debaixo da mesa. Eletricidade. ‘Quarto 415. Se quiseres companhia…’. Levantei-me, pernas tremendo. Subimos no elevador, silêncio pesado, respirações curtas. Porta fecha, bocas colam. Língua dele salgada de gin, mãos ávidas nos meus seios por cima da blusa.
O Encontro no Lobby e a Tensão que Subia
No quarto, ar condicionado gelado contra a pele quente. Janelas vibravam com motores distantes. Tirei a saia, só em cuecas húmidas. ‘Quero-te agora, caralho’, murmurou ele, voz rouca. Desabotoou a camisa, peito largo, suor brilhando. Empurrou-me na cama, lençóis ásperos de hotel. Beijou o pescoço, mordeu o lóbulo da orelha. ‘Tira tudo’. Obedeci, cona latejando. Ele lambeu os mamilos duros, chupou forte, deixou marcas vermelhas. ‘Gostas de dorzinha?’. Sim, gemia. Pegou a gravata, amarrou minhas mãos à cabeceira. ‘Vira o cu para mim’. Arquei as costas, bunda ao ar, ar quente e húmido da noite infiltrando-se.
O Sexo Voraz no Quarto, Sem Filtros nem Medo
Primeiro, dedo no cu, cuspiu para lubrificar. ‘Molhada toda, puta safada’. Chupei o caralho dele, grosso, veias pulsando, pré-gozo salgado na língua. Engoli fundo, garganta apertada, ele fodia a boca devagar. ‘Boa menina’. Depois, virou-me, abriu as pernas. Língua no clitóris, sugando voraz, dedos enfiados na cona encharcada. Gozei rápido, corpo convulsionando, ‘Fode-me!’. Ele entrou, caralho duro rasgando, batendo fundo. Ritmo selvagem, cama rangendo. ‘Mais forte, rasga-me!’. Mudou, cuspiu no cu, enfiou devagar. Dor boa, prazer cru. ‘O teu cu é apertado, foda-se’. Bombeava, mãos apertando meus quadris, unhas cravando. Suor pingando, gosto salgado na pele dele quando lambi o peito. Pinçou os mamilos com dedos, torcendo, ‘Grita!’. Gritei, orgasmo vindo em ondas, cona esguichando no lençol.
Ele gozou dentro do cu, quente, gemendo baixo. Ficamos ofegantes, corpos colados, cheiro de sexo no ar. ‘Incrível…’. Desamarrou-me, beijo mole. Duche rápida, água fria lavando o sal. ‘O teu voo?’. ‘Daqui a pouco’. Vestimos, sorriso cúmplice. No lobby, adeus sem nomes. Avião decolou, Madrid sumindo, cu ainda latejando, cona sensível nos assentos. Ninguém sabe, só eu. Aquela urgência do adeus torna tudo mais vivo. Volto a casa, mas o fogo fica. Quero mais escalas assim.