Escala Quente em Istambul: Seduzi uma Estranha no Hotel

Estava em escala em Istambul, novembro de 2004. Frio lá fora, mas sol lindo. Cheguei de manhã, larguei as malas no hotel e fui dar uma volta na velha cidade. Istambul é mágica, metade Ocidente, metade Oriente. Adoro isso. Voltei para me arranjar para a noite. Jantar e dança para turistas no complexo.

Desci ao bar de robe noire simples, alças finas, saltos altos. Música animada, deixei-me levar. Notei uma rapariga, 1,65m, morena, magra, a rir alto. Calças pretas, camisa aberta e justa, pingente vermelho em gota. Pele branquinha contrastava. Fazia a louca com os amigos. Fiquei no bar a observá-la. Cruzámos olhares, ela desviou. Insisti. Corou.

A Chegada e o Olhar que Acendeu o Fogo

Olhos doces, sorriso matador. Atraiu-me logo. Eu, Sofia, 1,76m, 56kg, morena, olhos verdes, faço virar cabeças. Gosto de homens e mulheres. O que me deu? Irrazoável começar assim, mas quis saber mais. Ela veio ter comigo. Pediu sumo ao barman.

— Sem gin tónico hoje, senhorita?

— Não, quero a cabeça clara — disse, olhando-me.

— Boa noite, fala francês?

— Sim. Sou Sofia.

— Maria. Estavas a olhar para mim, não?

— Sim, achas-te linda — sorri.

Mergulhou no copo, corou forte. Quis fugir, mas segurei-lhe o braço.

— Fica mais um pouco, por favor.

Olhou-me, derreteu-se. Suspiro longo.

— Ok, mas num sítio mais calmo.

Levou-me a um salão privado. Cheirava a fruta doce, vi o rabo perfeito. Fechou a porta.

— Assim conhecemo-nos melhor. Primeira vez que fico sozinha com desconhecida num hotel.

Pulso acelerado na têmpora. Voz tremia, vossê. Olhar de seda quente. Deixei-a falar, passámos ao tu. Duas da manhã, complicidade. Queria beijá-la.

— Queres dançar mais?

Voltei connosco à pista, quase vazia. Pedi gin tónico.

— Preciso de ajuda, intimidas-me!

Dançámos loucas, roçava-me, chamava, respondia. Salsa, agarrei-a, guiei. Quase a beijei, mas Turquia… Cautela.

— Hora de ir antes de escândalo. Quero ver a tua quarto…

Coração disparou. Subimos no elevador. Riu.

Na Quarto: Prazer Cru e Sem Limites

— Derreti quando me olhaste.

— Quero beijar-te agora.

Beijei. Pele salgada de suor, lábios frescos. Mais, mais. Chegámos, porta fechada.

— Espera, eu… raramente faço isto com desconhecidas.

Olhos famintos, puxei-a, beijo profundo, línguas dançavam. Mãos no meu costas, baixou devagar. As minhas no cu firme, apertava. Desabotoei camisa, mamas pequenas, perfeitas, mamilos rosas. Beijei. Tirei calças, só renda preta.

Bretelles caíram, fecho éclair, nua como ela.

— És linda.

Olhar de artista. Corou-me.

— Deixa-me ver-te.

Rodou à volta, scanner. Piercings nos mamilos brilhavam.

— Surpreendente, excitante.

Seios no meu costas, mãos no ventre, subiu às mamas, beliscou piercings. Vertigens. Beijos na coluna, fendas no cu, língua nas nádegas. Separou fio da renda, boca na cona inchada. Língua nas lábios.

— Chupa-me, fode-me!

— Abre as pernas, quero beber-te.

No clitóris, jorrei. Dois dedos dentro, sugou. Gozei forte, caí nela.

— Imagina o resto.

— Quero o meu troféu. Chupo-te até gritares.

Moquete macia. Deitei-a, beijos ombros, mamas duras. Esfreguei as minhas nela. Tirei renda encharcada, cona lisa, mel brilhante, pelinha preta.

Pele suave, cheiro excitante. Pernas erguidas, ondulava. Lambi devagar, dedos no cu, língua no clitóris. Mãos na moquete, gritou, gozou tremendo.

Abraçada, beijos ternos. Vive a Turquia!

No dia seguinte, avião. Anonymato intacto. Corpo ainda vibra, selo na pele, calor húmido da noite, ar condicionado gelado, motores ao fundo. Liberdade de passagem, prazer eterno.

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