A Minha Escale Quente com o Commando no Hotel de Luxo

Estava em escala em Madrid, voo cancelado por uma tempestade. Cansada, cheguei ao hotel perto do aeroporto. O lobby era chique, ar condicionado gelado contrastando com o calor moite lá fora. Ruído distante dos motores. Eu, portuguesa de 28 anos, solteira, adorava estas liberdades anónimas. Ninguém me conhecia aqui.

No bar, vi-o. Alto, musculoso, tipo commando, olhos azuis profundos. Camisa justa, suor a brilhar na pele bronzeada. Bebia uma cerveja, sozinho. Sorri-lhe, sentei-me ao lado. ‘Olá, escala também?’, perguntei, voz rouca de cansaço. Ele virou-se, sorriso predador. ‘Sim, de Lisboa? Acento?’, riu. Falámos português misturado com inglês. Ele, militar em treino, corpo esculpido. Toquei o braço dele, ‘duro como pedra’. Ele roçou a mão na minha coxa por baixo da saia curta. Coração acelerado. ‘Quarto 314, sobe?’, sussurrou. Hesitei um segundo, mas o desejo venceu. ‘Vamos.’

O Encontro no Lobby e a Tensão Crescente

Subimos no elevador, mãos já impacientes. Porta fechada, clim a 18 graus, lençóis brancos de hotel. Beijou-me com força, língua invasora, gosto a sal da pele dele. Arrancou a blusa, mamilos duros contra o peito dele. ‘Quero-te agora’, grunhiu. Empurrei-o para a cama, desabotoei as calças. Pau enorme, grosso, veias pulsantes, pré-gozo a brilhar. Chupei com fome, bolas na boca, ele gemendo ‘caralho, que boquinha gulosa’. Dedos dele na minha cona molhada, ‘Estás ensopada, puta de escala’.

A Foda Selvagem na Quarto e o Adeus Ardente

Deitei-me de pernas abertas, ele lambeu o clitóris, língua rápida, dois dedos a foder-me fundo. Gozei rápido, gritando, corpo a tremer. Montou-me, pau a entrar todo, esticando-me ao limite. ‘Fode-me forte!’, pedi. Ele bombava selvagem, bolas a bater no cu, suor pingando. Virei de quatro, ele agarrou os cabelos, meteu mais fundo, ‘Vou encher-te essa cona’. Mudei para cima, cavalguei, tetas a saltar, unhas nas costas dele. Ele virou-me, missionário brutal, pau a martelar o útero. ‘Goza comigo!’, urrou. Gozei de novo, cona a apertar, ele jorrou quente dentro, esperma a escorrer.

Ficámos ofegantes, cheiro de sexo no ar, lençóis amarrotados. ‘Foi brutal’, ri. Ele beijou o pescoço, ‘Volta sempre’. De manhã, voo às 6h. Despedida rápida no lobby, beijo salgado. No avião, cona ainda sensível, memória do pau dele a pulsar. Anónimo, livre, perfeita. Aquela urgência do partida torna tudo mais vivo. Ainda sinto o sal na pele, o gemido rouco. Melhor foda de viagem.

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