Minha Escale Ardente no Hotel: Seduzi um Estrangeiro e Gozei Sem Limites

Estava de volta de um congresso chato em Madrid, voo para Lisboa atrasado. Grippado, diziam os pilotos. Escale forçada num hotel perto do aeroporto. Noite de dezembro, ar úmido, cheiro de mar e chuva. Entro no lobby, exausta mas excitada pela liberdade. Ninguém me conhece aqui. Sou portuguesa, mas viajo tanto que adoro isso: o desconhecido, a urgência.

No bar, ele. Alto, olhos como brasas, sotaque francês misturado com algo exótico. Viajante de negócios, disse. Falava de Kerguelen, aquelas ilhas perdidas, como se fosse um samuraí errante. Ri. ‘Saperlipopette, que lugar louco!’, brinquei, imitando ele. Copos tilintam, clim gelada do hotel contra o calor da minha pele. Ele me olha, devagar. ‘Você é perigosa’, murmura. Tensão sobe. Pernas dele roçam as minhas debaixo da mesa. Meu vestido justo, suor no decote. Sinto a cona pulsar. ‘Quarto 312’, sussurro. Ele sorri, lobos nos olhos.

A Escale Inesperada e a Tensão no Lobby

Subimos. Elevador lento, mãos já se tocando. Porta bate. Beijo faminto, línguas enroladas – emberlificotadas, como ele diria. Rasgo a camisa dele. Peitos duros como gergerines contra o peito peludo. Ele mama meus mamilos, dente forte. ‘Porra, que delícia’, gemo. Calor moite da noite entra pela janela entreaberta. Ruído de motores ao longe, aviões partindo. Urgência: amanhã eu vou embora. Ele me joga na cama, lençóis ásperos de hotel. Mãos nas minhas brimbelas – ‘frutas maduras’, ri ele, chupando a cona molhada. Língua no clitóris, dedos fodendo fundo. Gozo rápido, gritando, gosto de sal na pele dele.

O Sexo Selvagem e o Adeus com Prazer

Agora ele. Pau duro, grosso, veias saltadas como azeitonas pretas. ‘Fode-me!’, mando. Ele entra de supetão, caralho esticando tudo. Bato a bunda nele, ritmo selvagem. ‘Mais forte, lobo!’, urro. Ele gripa o pescoço, me aperta contra o colchão. Claques na pele suada, cheiro de sexo cru. Viro de quatro, ele soca fundo, bolas batendo. ‘Vou gozar na tua boca’, rosna. Eu chupo, engulo tudo, esperma quente escorrendo no queixo. Corpos colados, respiração pesada. Clim ligada, mas suor pinga. Noite inteira assim: foda no chuveiro, água quente misturada ao mel da cona; cavalgada na poltrona, unhas cravadas nas costas dele.

De manhã, adeus rápido. ‘Foi insano’, diz ele, beijo salgado. Pego o táxi pro aeroporto, corpo dolorido, cona inchada mas feliz. Anonimato salvo, ninguém sabe. No avião, lembro o pau dele pulsando, o gemido rouco. Liberdade de passagem: fodo e sumo. Ainda sinto o prazer, molhada na calcinha. Próxima escale? Quem sabe outro lobo.

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