Estava em viagem de negócios para Lisboa, mas uma tempestade cancelou o voo. Escala imprevista no Algarve, num hotelzinho rural perdido nos campos. Calor úmido da noite grudava na pele, cheiro de mar salgado no ar. Cheguei de táxi, exausta, cabelo curto bagunçado, sem maquiagem, calça jeans folgada, corpo magro e atlético. Pareço garoto perdido, sempre me dizem isso. No lobby vazio, só o dono: um velho uns 60 anos, rabugento, reformado precocemente, reformando a casa pra virar pousada. Olhos curiosos me devoravam enquanto eu assinava. ‘Bem-vinda, Lívia’, disse ele, voz rouca. Intrigado, eu via. Ninguém me conhece aqui, liberdade total.
Ele me levou pro quarto, mas parou na cozinha pra oferecer café. ‘Obras por todo lado, desculpa o barulho’, resmungou, pés sujos de cimento. Eu ri, sentei perto, pernas roçando. ‘Não me importo, adoro bagunça.’ Ele corou, desviou olhar, mas voltava pros meus braços peludos, peito plano. Conversa rolou: ele odiava a cidade, eu falei do meu corpo diferente, hiperplasia adrenal, clitóris inchado como mini-pau, pelos everywhere. ‘Me acha esquisita?’ perguntei direto. Ele gaguejou: ‘Intrigante… e sexy.’ Tensão subiu, ar condicionado gelado arrepiando pele, som distante de motores no céu. Eu pisquei: ‘E se eu for mais do que parece?’ Ele engoliu seco. Sabia que partia amanhã, urgência queimava.
A Chegada e a Tensão no Lobby
‘Subamos’, sussurrei, pegando mão dele. Quarto dele, não o meu – lençóis ásperos de hotel, cheiro de mofo e suor. Tirei camisa, peito liso, mamilos duros. Ele ofegou: ‘Meu Deus, Lívia…’ Revelação: ‘Sou HIV+, mas carga viral zero, sempre camisinha.’ Ele me puxou, beijo faminto, língua salgada de desejo. ‘Não ligo, quero você.’ Despiu devagar, pau meia-bomba, barriga fofa, pelos grisalhos. Eu ri: ‘Velho safado.’ Chuveiro juntos, água quente escorrendo, sabão escorregadio. Mãos dele no meu clitóris enorme, endurecendo como pauzinho. ‘Caralho, que delícia’, gemeu. Eu gemi alto, sensível pra porra, pernas tremendo.
O Sexo Devorador na Quarto
No quarto, ele me chupou devagar. Nariz na minha floresta pubiana úmida, língua lambendo lábios inchados, evitando o clitóris no início. ‘Humm, gosto teu mel salgado.’ Finalmente, engoliu meu mini-pau, sugando leve. Gozei explosivo, corpo convulsionando, ‘Porra, para, tô sensível!’ Ele enfiou camisinha, pau duro agora. Deitei, abri pernas peludas. ‘Vai devagar, sou apertada.’ Glande na entrada molhada, empurrei quadril, engolindo centímetro por centímetro. ‘Que cuzinho quente!’, grunhiu. Fodi devagar, depois rápido, lençóis embolados, suor pingando, AC zumbindo. Ele me martelava, pau grosso esticando, eu gozando sem parar, clitóris roçando barriga dele. ‘Me fode mais forte, caralho!’ Virei de quatro, ele socando fundo, bolas batendo, barulho molhado ecoando. Gozei gritando, ele explodiu dentro da camisinha, gemendo rouco.
Dormimos embolados, pele colada, gosto de sexo no ar. Acordei com pau dele duro contra mim, fomos de novo, urgente, missionário selvagem, unhas cravadas nas costas. ‘Amo tua pica grande no meu grelo’, sussurrei. Ele riu: ‘Minha tarada andrógina.’ Depois, café na cozinha, ele pelado, eu no pyjama folgado. ‘Fica mais?’, pediu. ‘Não dá, voo cedo. Mas foi foda.’ Saí de táxi, sol nascendo, corpo dolorido, buceta latejando prazer. Anonimato salvo, ninguém sabe. Na estrada pro aeroporto, sorriso bobo, memória fresca: cheiro dele, pau pulsando, liberdade de passageira. Volto pro meu mundo, mas isso fica pra sempre.