A Minha Escala Ardente em Paris: Um Estrangeiro que Me Fez Gozar como Nunca

Estava de volta de uma viagem de negócios em Madrid. Voo atrasado, escala forçada em Orly, Paris. Peguei um táxi até ao hotel do aeroporto, daqueles impersonais, com cheiro a limpeza química e o ronco distante dos aviões. Check-in rápido, mala no quarto, e desci ao bar do lobby. Vestia um vestido leve, solto, sem sutiã – calor húmido da noite de verão colava-o à pele.

Sentei-me ao balcão, pedi um gin tónico. Ele estava ali ao lado, alto, estrangeiro, americano pelo sotaque. Olhos azuis, camisa desabotoada, suor no pescoço. Sorriu, perguntou se eu falava inglês. ‘Um pouco’, disse eu, inclinando-me. Conversa solta: voos perdidos, cidades visitadas. O ar condicionado zumbia, arrefecendo o ar pegajoso. As nossas coxas roçavam no banco alto. Senti o calor subir, o desconhecido excitava-me. ‘Queres subir ao meu quarto?’, murmurou ele, mão na minha perna. Hesitei um segundo – ninguém nos conhece aqui. ‘Vamos’, respondi, coração a bater forte.

A Escala Imprevista e o Encontro no Bar do Hotel

Subimos no elevador, silêncio elétrico. Porta fecha, e ele agarra-me contra a parede. Boca na minha, dura, gulosa. Mãos nos meus seios, apertando os mamilos por cima do vestido. ‘Estás tão molhada já?’, sussurra, dedo entre as minhas pernas. Sim, a cona latejava, sumos a escorrer. Tirei-lhe a camisa, lambi o sal do peito dele, cheiro a homem de viagem. Ele rasgou o vestido, expondo-me nua. ‘Que puta deliciosa’, grunhiu. Deitei-me na cama, lençóis frios contra a pele quente. Ele ajoelhou-se, abriu-me as coxas. Língua na minha cona, chupando o clitóris inchado. ‘Assim, caralho, chupa-me mais!’, gemi eu, mãos no cabelo dele. O ronco dos motores ao fundo misturava-se com os meus gemidos.

A Foda Selvagem na Quarto com Ar Condicionado Gelado

Não aguentei. Virei-o, chupei o caralho dele, grosso, veias pulsantes, pré-gozo salgado na ponta. Engoli até à garganta, ele fodia a minha boca. ‘Vai, engole tudo, safada’. Levantou-me, atirou-me à cama de quatro. Dedos na minha raba, cuspindo no cu. ‘Queres no cu?’, perguntou. ‘Fode-me a cona primeiro, depois o cu’, ordenei. Entrou de rompante, caralho a rasgar-me, bolas a bater no clitóris. Fodia forte, cama a ranger, suor a pingar. ‘Mais rápido, fode-me como uma puta de aeroporto!’, gritava eu. Virou-me de frente, pernas nos ombros, penetrando fundo. Apertei os mamilos, gozei primeiro – cona a contrair, esguichos molhando os lençóis. Ele veio logo, enchendo-me de porra quente, escorrendo pela raba.

Ficámos ali, ofegantes, ar condicionado a secar o suor. Ele limpou-se, vestiu-se. ‘Foi incrível, mas o meu voo…’. Beijei-o uma última vez, gosto a porra e suor. Saí primeiro, mala na mão, rumo ao aeroporto. No avião, pernas ainda a tremer, cona dolorida e melada. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Sorri para o vazio – aquela escala torride, urgente, fica na memória. Liberdade de passageira: foder sem amanhã, prazer puro. Ainda sinto o cheiro dele, o ronco dos aviões, o sal na pele. Quero mais escalas assim.

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