A Escale Quente no Hotel do Aeroporto

Estava de volta de um negócio em Lisboa, mas o voo atrasou por horas. Escale imprevista em Madrid, no hotel do aeroporto. Ar condicionado gelado no lobby, cheiro de café forte e carpetes gastos. Eu, cansada mas excitada pela liberdade – ninguém me conhece aqui, longe do marido chato. Peço um gin tónico no bar. Ao lado, ele: um tipo discreto, uns 40 anos, olhos de cachorro pidão, mãos grandes e um barriguinha que me dá vontade de apertar. Parecia perdido, como se fugisse de algo.

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Sorri pra ele. ‘Voo cancelado também?’ Ele cora, gagueja: ‘Sim… Christophe, de França.’ Christophe… nome suave. Conto que sou portuguesa em trânsito, solteira na alma. Falamos pouco, mas os olhares dizem tudo. Sinto a humidade entre as pernas crescer. A clim zune, o barulho distante dos motores ronca como um convite urgente. ‘Queres subir pro meu quarto? Só pra… conversar.’ Ele hesita, engole em seco. ‘Eu… ok.’ Meu coração acelera. Liberdade de passageira: fodo e sumo.

O Encontro no Lobby e a Tensão Crescente

No elevador, roço o braço nele. Cheiro a suor leve, masculino. Abro a porta da quarto: cama king com lençóis brancos frescos, luz fraca, cortinas tremendo com o ar. Tranco a porta. ‘Tira a roupa.’ Ele obedece devagar, pau já meia-bomba, grosso, veias pulsando. Eu tiro o vestido, calcinha molhada. ‘Vem, lambe-me.’ Deito na cama, abro as pernas. Ele ajoelha, língua quente na minha cona. Ah, que delícia… chupa o clitóris, dedos grossos entram devagar. ‘Mais forte, caralho!’ Gemo alto. Sinto o sal da minha excitação na boca dele. Viro, engulo o pau dele – duro como pedra, gosto salgado de pré-gozo. Chupo fundo, bolas na mão.

A Foda Selvagem na Quarto e o Adeus Ardente

‘Quero-te dentro de mim agora.’ Ele me vira de quatro, mete devagar. ‘Fode-me forte!’ Ele acelera, caralho grosso esticando a cona, bolas batendo no cu. O quarto cheira a sexo, suor moído da noite quente lá fora. ‘Estás tão apertadinha… vou gozar!’ ‘Goza dentro, enche-me de porra!’ Ele grita, bombeia quente, jatos grossos no fundo. Eu gozo junto, pernas tremendo, esguicho molhando os lençóis. Não para: me deita, mama os peitos, fode missionário. ‘Adoro o teu cu… posso?’ ‘Mete no cu!’ Lubrifica com saliva, entra devagar no meu rabo apertado. Dor boa vira prazer, fodo de volta. Gozamos de novo, corpos colados, suor pingando.

Dormimos pouco, fodemos mais duas vezes até o amanhecer. Ele gentil, beija cada centímetro. ‘Foi incrível.’ No check-out, beijo rápido no lobby. ‘Adeus, estranho.’ No avião, sentada, cona ainda latejando, porra seca nas coxas. Lembro o ronco dos motores misturado aos gemidos, o gosto dele na boca. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Volto pra vida de casada, mas este segredo molha-me toda vez. Quero mais escalas assim.

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