Estava em viagem de negócios para Barcelona, mas um voo cancelado deixou-me presa em Millau, no Aveyron. Chovia forte, o Larzac todo enevoado. Cheguei ao hotelzinho rural ao fim da tarde, exausta, a mala pesada. O lobby era pequeno, cheiro a madeira úmida e café forte. Sentei-me no bar, pedi um copo de vinho tinto. Foi aí que o vi. Alto, barba por fazer, perna enfaixada, olhos verdes intensos. Parecia fugir de algo, mas tinha um ar perigoso, sexy. Sorriu-me, aproximou-se.
“Perdida como eu?” disse ele, voz rouca, sotaque do sul. Chamei-me Inês, portuguesa em trânsito. Ele, Cédric, viajante sem destino fixo. Falámos do tempo, da liberdade de estar longe de tudo. Ninguém nos conhecia. A tensão cresceu devagar. Olhares que se demoravam, toques acidentais no braço. A clim do lobby zumbia, ar fresco contrastava com o calor moite da minha pele. “Quarto 12, se quiseres subir”, murmurou, mão na minha coxa por baixo da mesa. O coração acelerou. Porquê não? Amanhã partia cedo.
O Encontro no Lobby do Hotel
Subi as escadas atrás dele, coração aos pulos. O quarto era simples: cama grande, lençóis brancos ásperos de hotel, janela com vista para o plateau escuro. Fechou a porta, trancou. Virou-se, puxou-me contra ele. Beijámo-nos com fome, línguas quentes, gosto a vinho e sal da pele dele. As mãos dele nas minhas tetas, apertando forte. Tirei-lhe a camisola, vi o peito musculado, cicatrizes antigas. Ele gemeu: “Quero-te agora, Inês.”
A Noite de Paixão Desenfreada
Empurrei-o para a cama, ajoelhei-me. Desabotoei as calças, o caralho dele saltou, duro como pedra, veias pulsantes, cabeça vermelha brilhante de pré-gozo. Chupei devagar, língua no saco, engoli até à garganta. Ele agarrou o meu cabelo: “Porra, que boca gulosa!” Lambi o pau todo, salgado, grosso na boca. Ele tremia. Levantei-me, tirei a saia, cuecas encharcadas. A buceta latejava, molhada de desejo. Montei nele, guiei o caralho para dentro. Estava tão apertada, ele preenchia-me toda. Fodi devagar primeiro, depois rápido, tetas a saltar, suor a escorrer. “Fode-me forte, Cédric!”, gritei. Ele virou-me de quatro, meteu fundo, bolas a bater no cu. O som molhado da foda enchia o quarto, misturado ao zumbido distante de um motor na noite. A clim gelava a pele suada, mas o calor entre nós era insuportável. Gozei primeiro, corpo a tremer, buceta a apertar o pau dele. Ele veio logo depois, jatos quentes dentro de mim, gemendo rouco: “Caralho, Inês!”
Ficámos ali, ofegantes, cheiro a sexo no ar, lençóis amarrotados. Ele beijou-me o pescoço, mão na minha bunda. “Foi incrível”, sussurrei. De manhã, vesti-me rápido. Ele ainda dormia, nu, caralho semi-duro. Saí sem barulho, lobby vazio, ninguém viu. No táxi para o aeroporto, o corpo ainda formigava, a buceta sensível, memória do pau dele pulsando. Ninguém saberia. Aquela liberdade de passagem, o anonimato, o prazer puro. Sorri sozinha. Volto a Lisboa com segredo delicioso, pronta para mais aventuras.