Estava a caminho de Nova Iorque por negócios, mas uma tempestade infernal atrasou o voo. Escalei em Miami, noite quente e úmida, cheiro de sal no ar. Peguei um quarto num hotelzinho perto do aeroporto, lobby lotado de viajantes cansados. O bar improvisado chamava, pedi um mojito gelado pra relaxar. Foi aí que o vi. Alto, negro, corpo todo musculado brilhando de suor, pés enormes dentro de tênis gastos. Olhos escuros me devorando. Sorri, ele veio logo.
‘Olá, portuguesa?’, disse com sotaque yankee grosso. ‘Sim, de Lisboa. E tu?’ Respondi, sentindo o coração acelerar. Chamava-se Jamal, mecânico em escala também. Sentamos lado a lado, coxas roçando. O ar-condicionado do lobby soprava frio, mas minha pele ardia. Falamos besteira, viagens, solidão. A mão dele na minha perna, subindo devagar. ‘Quarto livre?’, sussurrei, excitada com o desconhecido. Ninguém nos conhecia aqui. Liberdade total. Ele assentiu, pau já marcando na calça.
O Encontro no Lobby e a Tensão Crescente
Subimos tropeçando, beijos molhados no elevador. Porta mal fechou, já rasgava a camisa dele. Peito largo, suor salgado na língua. ‘Quero te foder agora’, grunhiu. Joguei a mala no chão, clim da quarto gelando os ossos, mas o calor dele me queimava. Tirei a blusa, saia curta voou. Calcinha encharcada. Ele me jogou na cama, lençóis ásperos de hotel barato. Mãos grossas apertando meus peitos, mamilos duros como pedras. ‘Que cona gostosa’, rosnou, dedos abrindo minhas pernas.
Chupei ele primeiro. Pau enorme, preto, veias pulsando, cheiro forte de macho. Engoli até a garganta, baba escorrendo. ‘Porra, sua puta portuguesa’, gemeu, segurando meus cabelos. Me virou de quatro, espetei a bunda. Lambidas no cu, molhado e latejando. ‘Vai, mete!’, implorei. Ele cuspiu na rola, enfiou devagar na cona. Plena, esticada ao limite. Começou a pistonear, forte, rápido. Barulhos de pele batendo, cama rangendo. Motores de aviões rugindo ao fundo, urgência do voo amanheã nos enlouquecia.
Sexo Intenso na Quarto com Urgência do Voo
‘Tira, agora no cu!’, pedi, viciada na dor gostosa. Ele obedeceu, lubrificado de tanto mel meu. Entrou centímetro por centímetro, me rasgando. ‘Fode mais, caralho!’, gritava eu, unhas cravadas nos lençóis. Ele bombava sem dó, bolas batendo na minha pele suada. Gozei primeiro, corpo tremendo, cona apertando. ‘Vou encher teu cu de porra!’, avisou. Acelerou, grunhidos animais. Sentiu quente jorrando dentro, transbordando. Caímos exaustos, suor misturado, gosto de sal e sexo na boca.
De manhã, beijo rápido, ‘Volta sempre’, piscou ele. Peguei o táxi pro aeroporto, corpo dolorido, cu ainda piscando com o gozo dele. Voo decolou, olhei pela janela, Miami sumindo. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Sorri sozinha, mão na coxa, lembrando cada estocada. Aquela escala… melhor que qualquer plano. Liberdade de passageira, prazer eterno.