Escala Quente em Madrid: Meu Encontro Selvagem com um Estrangeiro

Estava voltando de férias no sol de Ibiza, mas o voo atrasou horas em Madrid. Escale imprevista, noite inteira presa no aeroporto. Decidi pegar um quarto no hotel ali do lado, pra não dormir no chão. O lobby tava cheio, ar condicionado gelado batendo na pele suada da viagem. Eu, portuguesa de 32 anos, saia leve colando nas coxas pela umidade, top soltinho mostrando os peitos fartos. Ninguém me conhece aqui, liberdade total, coração acelerado com o desconhecido.

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Sento no bar, peço um gin tônica. Ao lado, um cara alto, moreno, uns 40 anos, italiano pelo sotaque. Olhar direto nos meus olhos, sorriso safado. ‘Prima volta da spiaggia?’, diz ele, voz grave. Rio, respondo em inglês misturado: ‘Sim, mas agora presa aqui. E você?’. Ele, Marco, em viagem de negócios, quarto no mesmo hotel. Conversa flui, mãos roçando no balcão, cheiro dele, suor misturado com colônia forte. Sinto a cona úmida só de olhar pros lábios grossos. ‘Quer subir pro meu quarto? Só um drink…’, propõe. Hesito um segundo, mas a urgência do voo amanhã me empurra. ‘Vamos’. Elevador lotado, corpo dele pressionando minhas costas, pau duro roçando minha bunda. Portas fecham, beijo urgente, língua invadindo minha boca, gosto de sal e álcool.

A Escale Imprevista e a Tensão no Lobby

No quarto, porta mal fecha e ele me joga na cama. Draps frios de hotel contra pele quente, barulho distante dos motores no ar. ‘Tira tudo’, ordena. Eu obedeço, saia voa, calcinha encharcada escorrega pelas pernas. Ele nu, pau grosso, veias pulsando, cabeçona vermelha brilhando de pré-gozo. ‘Que puta gostosa’, murmura, ajoelhando. Língua na minha cona, chupando o clitóris inchado, dedos abrindo os lábios carnudos. Gemo alto, ‘Porra, isso… mais fundo!’. Ele enfia dois dedos, bombeando, enquanto mama meu mel. Sabor salgado da minha excitação na boca dele. Viro de quatro, bunda empinada, ‘Me fode agora!’. Ele cospe no cu, pau escorregando na entrada. Entra devagar, esticando minha buceta apertada, gemido rouco saindo da garganta. ‘Caralho, que quentinha…’. Bomba forte, bolas batendo na pele, suor pingando, calor moite da noite misturado com a clim ligada no máximo.

A Foda Intensa no Quarto de Hotel

Mudo de posição, monto nele, peitos balançando na cara. Cavalgo selvagem, cona engolindo o caralho todo, unhas cravando no peito peludo. ‘Goza pra mim, puta!’, grita. Acelero, sucos escorrendo pelas coxas, cheiro de sexo preenchendo o quarto. Ele me vira, pernas no ombro, fode fundo, pau batendo no colo do útero. ‘Vou encher tua cona!’, avisa. Gozo primeiro, corpo tremendo, gritando ‘Fode, fode mais!’. Ele explode, porra quente jorrando dentro, transbordando. Ficamos ofegantes, pele grudenta de suor e sêmen, gosto salgado no beijo pós-foda.

De manhã, adeus rápido no lobby. ‘Foi incrível, portuguesa safada’, pisca ele. Pego o táxi pro aeroporto, corpo dolorido, cona inchada latejando. No avião, sentada, sinto a porra seca nas coxas, cheiro persistente. Ninguém sabe, anonimato total. Sorrio sozinha, prazer ainda pulsando. Da próxima escale, quem sabe?

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