Escala Quente em Paris: O Estagiário que Me Fez Gozar como Nunca

Estava de volta de uma reunião em Lisboa, mas o voo para Porto atrasou por causa de uma tempestade. Escale imprevista em Paris, perto do Charles de Gaulle. O hotel do aeroporto era impessoal, com aquela luz fria do ar condicionado e o ronco distante dos motores. Entrei no lobby às nove da noite, suada da viagem, o vestido colado na pele pela humidade pegajosa. Pedi um gin tónico no bar, para relaxar.

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Ele estava ali, sozinho, um rapaz novo, uns 22 anos, com ar de provinciano. Olhos castanhos nervosos, camisa amarrotada, como se fosse um estagiário perdido. Thibault, disse-me, francês de uma agência de publicidade, em trânsito para uma entrevista. Sorri, cruzei as pernas, sentindo o tecido subir um pouco. ‘Pareces tenso’, disse eu, com sotaque português que o fez corar. Conversámos. Ele gaguejava, eu provocava. O cheiro do seu aftershave misturava-se com o meu perfume de jasmim. Toquei o seu braço por acaso, e vi o tremor.

O Encontro no Lobby e a Tensão que Cresce

‘Queres subir ao meu quarto? Só para conversarmos mais’, sussurrei, o coração acelerado pela adrenalina do desconhecido. Ninguém nos conhecia aqui. Ele hesitou, mas veio. No elevador, o silêncio era elétrico, o ar gelado da clim a arrepiar a pele. Abri a porta da suite, lençóis brancos ásperos de hotel, vista para as pistas iluminadas. ‘Senta’, disse, tirando os sapatos. Ele obedeceu, olhos fixos nas minhas coxas.

Beijei-o primeiro, devagar, sentindo o sal do suor no seu pescoço. As mãos dele tremiam ao tocar os meus seios por cima do vestido. ‘Desabotoa-me’, ordenei, voz rouca. Ele o fez, expondo a renda preta do sutiã. Chupei a sua língua, mordi o lábio inferior. O quarto cheirava a sexo iminente, misturado com o zumbido da ventoinha. Tirei-lhe a camisa, lambi o peito liso, desci à cinturão. ‘Quero ver o teu pau’, disse direta. Ele gemeu quando o liberei: duro, latejante, veias inchadas. Segurei-o firme, masturbando devagar, sentindo o pré-gozo escorregar.

A Foda Intensa na Quarto e o Adeus Apressado

Empurrei-o para a cama, montei em cima. Tirei a calcinha, molhada de excitação, e esfreguei a cona no seu caralho, untando-o todo. ‘Fode-me agora’, exigi. Ele entrou devagar, centímetro a centímetro, esticando-me deliciosamente. Gemi alto, o som abafado pelo barulho dos aviões. Cavalguei forte, seios a saltar, unhas cravadas nos seus ombros. O suor pingava, salgado na boca dele quando me beijava. Virei-me de quatro, ‘Mais fundo!’, gritei. Ele obedeceu, batendo com força, bolas a chapinhar na minha pele. Dedos no clítoris, gozei primeiro, cona a pulsar, esguichando um pouco nos lençóis.

‘Agora a minha vez’, disse ele, surpreendendo. Deitou-me de costas, abriu as pernas, lambeu-me a cona inchada, língua no buraco, chupando os lábios. ‘Deliciosa’, murmurou. Meti-lhe o caralho na boca, engoli até à garganta, engasguei de prazer. Ele veio na minha boca, jatos quentes e espessos, engoli tudo, lambendo os restos. Caímos exaustos, corpos colados, pele pegajosa, o ar condicionado a secar o suor.

De manhã, o despertador tocou. Voo às sete. ‘Foi incrível’, disse ele, olhos sonolentos. Beijei-o rápido, vesti-me apressada. ‘Não digas a ninguém’, pisquei. Saí sem olhar para trás, o corpo ainda a formigar, cona sensível a roçar nas cuecas. No avião, sorri para a janela, o sabor dele na boca, o ronco dos motores como eco da nossa foda urgente. Anonimato perfeito, memória para masturbar em noites solitárias. Ninguém em Portugal saberia da portuguesa que fodeu um estagiário em Paris.

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