Estava em escala em Madrid, por causa de um voo cancelado. Viagem de negócios para Lisboa, mas o calor da canícula de 2018 me deixou louca. Cheguei ao hotel suada, a pele pegajosa, o ar condicionado da quarto gelado demais. Não aguentei. Saí pro jardim dos fundos, de noite, sem lua. Só uma camisola fina, transparente de suor. O ar estava moite, pesado, cheirava a jasmim e asfalto quente. Bruit dos motores ao longe, do aeroporto. Liberdade total, ninguém me conhece aqui.
Caminhei descalça na grama úmida. Vi uma luz fraca, lanterna. Um homem, nu, regando as plantas com a mangueira. Alto, corpo forte, silhueta no escuro. Meu coração acelerou. Adoro isso, estranhos em trânsito. Aproximei devagar, o vento quente roçando meus mamilos duros. Ele não me viu. Peguei o cheiro dele, suor salgado misturado com terra. Parei atrás, respiração pesada. De repente, colei meu corpo no dele por trás. Meus seios pequenos pressionados nas costas dele, tetas duras cutucando.
A Escala Quente e o Encontro no Escuro
Ele congelou. ‘Quem é?’, murmurou, voz rouca. Não respondi. Minha mão deslizou pela dele, que segurava o pau mijando. Empurrei a mão dele, agarrei o caralho mole. Quente, grosso. Comecei a punhetar devagar, sentindo endurecer na palma. ‘Porra…’, ele gemeu. Virei ele devagar. Enfiei a cara no pescoço dele, cheirando o sal da pele. Levantei a perna, guiei o pau pro meu cona raspado, já ensopado de tesão. Lubrificado natural, pronto. Enrosquei braços no pescoço dele, coxas na cintura. Comecei a foder, ventre contra ventre, forte.
Ele largou a mangueira, água jorrando no chão. ‘Tu és louca…’, sussurrou, mãos nas minhas nádegas. Eu gemia baixo, mordendo o ombro dele pra não gritar. O pau dele entrava fundo, batendo no fundo do meu útero. Ritmo louco, urgente – amanhã eu pego o avião, ele também deve ir embora. Variei: devagar, rodando o quadril, depois rápido, como uma puta em cio. Sentia o suor escorrendo entre nós, gosto salgado quando lambi o peito dele. A cona apertava o caralho, sugando. ‘Fode mais forte!’, pedi, voz rouca. Ele obedeceu, me ergueu mais, metendo como um animal. Dedos dele apertando minha bunda, abrindo pra entrar mais.
O Sexo Selvagem e o Adeus Anônimo
Não aguentei. Plaquei a boca na dele, engoli o gemido enquanto gozava, cona pulsando, esguichando no pau dele. Ele veio logo depois, jatos quentes enchendo meu ventre, grunhindo na minha garganta. Tremi toda, unhas cravadas nas costas dele. Ficamos assim, colados, ofegantes. O ar noturno secava o suor devagar. Desci, beijei o ombro dele rápido. ‘Até…’, sussurrei, sumindo na escuridão pro quarto. Ele não viu minha cara.
De manhã, no check-out, vi um casal no lobby. O homem, com o mesmo cheiro. Sorriu malicioso. A mulher piscou. Não disse nada. Entrei no táxi pro aeroporto, corpo ainda dolorido, cona inchada e molhada de porra seca. No avião, fechei os olhos. O prazer latejava, anônimo perfeito. Ninguém sabe. Liberdade de viagem, urgência do adeus. Volto pra casa, mas isso fica comigo. Quente, cru, inesquecível.