Estava de férias no Algarve, sol a ferver, dirigia o carro alugado pela estrada poeirenta rumo a uma praia isolada. Calor húmido, janelas abertas, vento salgado a entrar. Eu, portuguesa de Lisboa, solteira e aberta a aventuras. Viajava sozinha, adorava essa liberdade, ninguém me conhece aqui. De repente, vejo um tipo à beira da estrada, auto-stop. Alto, moreno, estrangeiro, digamos francês pelo sotaque. Camisa aberta, suor a brilhar na pele bronzeada. Parei. ‘Posso levar-te?’, perguntei com sorriso malicioso. Ele entrou, cheiro a mar e homem. ‘Obrigado, linda. Vou para Lagos.’ Nome? Pierre. Olhos verdes, mãos fortes no colo.
Começámos a falar, risos fáceis. O motor ronca baixo, sol bate no painel quente. Eu usava top fino, saia curta, sem sutiã – liberdade de férias. Ele olhava as minhas coxas, eu sentia o olhar a queimar. ‘Gostas do calor português?’, provoquei. Mão dele roça a minha perna, acidental? Não. Eu… não resisti. Passei os dedos no braço dele, pele salgada, músculos tensos. Ele sorriu, mão subiu devagar pela minha coxa. Coração acelerado, cona já úmida. ‘Estás molhada?’, murmurou ele, voz rouca. Acenei, sim. Tirei a alça do top, seio à vista, mamilo duro com o ar fresco. Ele gemeu baixo, mão apanhou-o, apertou suave. ‘Deliciosa…’, disse.
O Encontro Casual e a Tensão Crescente
A estrada vazia, mas urgência do tempo – ele ia apanhar comboio mais à frente. Acelerei as coisas. Desabotoei-lhe os calções, caralho saltou, grosso, veia pulsando, pré-gozo a brilhar na cabeça. ‘Chupa-me?’, pediu. Inclinei-me, língua no glande salgado, engoli até à garganta. Ele gemia, mão no meu cabelo. ‘Para, ou gozo já.’ Eu ria, excitada com o risco. Mão dele na minha saia, dedos forçaram a calcinha de lado, tocaram a cona encharcada. ‘Tão molhada, puta safada.’ Dois dedos entraram, foda lenta, polegar no clitóris inchado. Eu gemia alto, pernas tremiam no pedal.
Não aguentava mais. Saí na próxima saída, caminho de terra, campo vazio, tractor ao longe. Parei o carro, motor ainda quente. ‘Vem, fode-me agora’, ordenei. Saímos, ar fresco da campina misturado ao cheiro de sexo. Arrancou-me a roupa, top voou, saia abaixo. Eu nua, pele arrepiada, seios ao sol. Ele ajoelhou, língua na cona, chupou os lábios molhados, aspirou o clitóris como faminto. ‘Sabes a mel salgado’, grunhiu. Mordisquei os lábios, mãos no cabelo dele. ‘Lambe o cu também.’ Virei-me, apoiei no capô quente, rabo aberto. Língua dele no buraco apertado, molhado, tentando entrar. ‘Quero o teu cu, mas fodo a cona primeiro.’
O Sexo Selvagem e a Despedida Memorável
Deitei no banco traseiro, pernas no ar. Ele entrou de rompante, caralho grosso a encher-me toda. ‘Ahhh, fode forte!’ Gritei. Ritmo brutal, bolas batendo no cu, suor pingando. Eu contraía a cona, leite dele a lubrificar. ‘Mais fundo, Pierre!’ Ele acelerou, gemendo francês sujo. Dedos no meu cu, um entrou fácil, duplo prazer. ‘Vou gozar!’, avisei. Ele não parou, fodi-me até explodir, cona a pulsar, squirt molhou os bancos. Ele veio logo, jatos quentes dentro, enchendo-me. Ficámos colados, respiração pesada, cheiro de porra e suor.
Depois, vestimo-nos rápido. Ele beijou-me: ‘Memória para sempre, anónima.’ Larguei-o na paragem de comboio, ele acenou. Eu retomei a estrada, cona ainda latejante, porra a escorrer na coxa, sorriso nos lábios. Ninguém sabe, só eu e o prazer cru daquela paragem. Liberdade de viagem, urgência do adeus – perfeito. Sol batia, motor ronitava, corpo saciado. Volto amanhã? Quem sabe.