A Minha Escale Ardente com o Gigante Bretão no Pub da Cidade

Estava em escala em Brest, voo atrasado por causa de uma tempestade. Lisboa-París, mas paragem forçada nesta cidade bretã cinzenta. Saí do aeroporto de táxi até um hotel perto da gare routière. Chovia miúdo, ar salgado do mar. Entrei num pub acolhedor, acajou e couro, para matar o tempo. Pedi um copo de vinho, mas o barman sugeriu whisky. Atrás do balcão, um gigante: 1,96m, músculos burilados pelo mar, barba espessa, olhos azuis cansados.

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Ele limpava copos, mas parou. ‘Talisker?’, perguntei, com sotaque português. Sorriu, ‘Anglaise? Não, portuguesa. Eu sirvo assim.’ Serviu-me num copo gelado com gelo pilé, como num ritual. Contou que vendia o barco de corrida, fim de uma vida no mar. Eu, de férias d negócio, mas solta, longe de tudo. Ninguém me conhecia. A tensão subiu devagar. Ele contava histórias de tempestades, containeres que destroem sonhos. Toquei o braço dele, duro como madeira de navio. ‘Vens do mar, cheiras a sal.’ Ele riu, voz grave. ‘E tu, sol do sul na pele.’ O pub esvaziou com o rugby na TV. Ele fechou cedo. ‘Queres ver a minha casa ao lado? Era da família.’

O Encontro no Pub Durante a Escale Imprevista

Fomos. Porta rangeu, cheiro a fechado, mas ele abriu janelas. Quarto de hotel? Não, casa velha transformada. Ar condicionado zumbia baixo, lençóis frescos de hotel que ele comprara. Calor húmido da noite entrava pela janela, motores de aviões ao longe. Beijou-me contra a parede, mãos grandes nas minhas ancas. ‘Pequena, mas fogosa.’ Tirei a blusa, seios livres, ele gemeu. Chupou mamilos duros, língua áspera de sal. Desabotoei calças dele, pau enorme saltou, menir grosso, veias pulsantes, cabeça vermelha. ‘Caralho, que paú!’ Segurei, punheta lenta, pré-gozo salgado na língua.

Ele me atirou na cama, lençóis frios colaram na pele suada. Abri pernas, cona molhada, lábios inchados. ‘Come-me.’ Dedos grossos entraram, dois de uma vez, esticando, sucos escorrendo. Lambi o saco peludo, engoli metade do caralho, garganta apertada. Ele grunhiu, ‘Porca portuguesa.’ Virou-me de quatro, cuspiu na raba, dedo no cu apertado. Pau na cona, devagar, rasgando, preenchendo tudo. ‘Ahh, fode!’ Bombeava forte, bolas batendo, suor pingando, gosto salgado na pele dele. Mudei, montei, cona engolindo até ao fundo, clitóris roçando púbis peludo. Gozei gritando, corpo tremendo, squirt molhando lençóis. Ele acelerou, ‘Vou gozar!’, encheu-me de porra quente, transbordando.

O Sexo Selvagem e Urgente na Quarto Escuro

Ficámos ofegantes, clim gelando suor. Ele limpou com a boca, lambendo mistura de gozo e sucos. Mais uma foda rápida, cu agora, lubrificado, devagar no início, depois selvagem. Dor e prazer, gozei de novo.

De manhã, café e croissants. ‘Volto ao avião.’ Beijo salgado, ele piscou. ‘Segredo nosso.’ No táxi pro aeroporto, cona dolorida, porra seca nas cuecas, memória viva. Anónimo, livre, urgência do adeus. Melhor escala ever. Volto? Quem sabe.

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