Estava a caminho de Paris por negócios, mas o avião atrasou e caí numa escala imprevista em Madrid. Cheguei ao hotel perto do aeroporto já noite alta, o corpo suado da viagem, o ar condicionado do lobby batendo gelado na pele. Livre, longe de tudo, ninguém me conhece aqui. Pedi um copo de vinho no bar, e foi aí que o vi. Ele, uns 35 anos, moreno, óculos finos, sotaque sulista que me arrepiou. Olhares cruzados. Sorri, ele veio. ‘Portuguesa?’, perguntou, voz rouca. ‘Sim, e tu?’, respondi, pernas cruzadas, sentindo o vestido subir um pouco.
Conversámos. Chamava-se Miguel. Viajante de negócios também, quarto no mesmo andar. O vinho aqueceu, o bar esvaziou. O joelho dele roçou o meu, eléctrico. ‘Quente aqui fora, mas fresco aqui dentro’, disse ele, olhos nos meus seios. Ri, nervosa, excitada. A urgência do voo amanhã pulsava. ‘Queres subir?’, murmurou, mão na minha coxa. Hesitei… ‘Vamos’. Elevador, silêncio pesado, cheiro a ele, suor misturado com colónia. Porta abre, entro, corações acelerados.
O Encontro no Lobby e a Tensão que Cresce
Na quarto, luz fraca, som distante dos aviões. Ele me puxou, beijos famintos, línguas enroscadas, gosto a vinho e sal. Rasguei a camisa dele, músculos firmes sob os dedos. ‘Quero-te agora’, grunhi. Ele riu baixo, ‘Puta que pariu, és fogo’. Jogou-me na cama, lençóis frios de hotel contra a pele quente. Despi o vestido, soutien e cuecas voaram. Ele nu, caralho duro, grosso, veias saltadas. ‘Chupa-me’, ordenou. Ajoelhei, boca cheia, saliva escorrendo, gemi com o gosto salgado, a rigidez pulsando na garganta. Ele agarrou o cabelo, fodeu a boca devagar, ‘Boa putinha’.
O Sexo Selvagem na Quarto, Sem Limites
Deitei-me, pernas abertas, cona molhada, latejando. ‘Come-me’, pedi. Língua dele no clitóris, chupando forte, dedos enfiados, dois, três, esticando-me. Gritei, ‘Mais rápido, fode-me com os dedos!’. Ele obedeceu, sujidade total, barulhos molhados, corpo tremendo. ‘Estás encharcada’, disse, rindo. Virou-me de quatro, palmadas nas nádegas, ardor bom. Caralho na entrada, devagar no início, ‘Dói?’, ‘Não, enfia tudo!’. Entrou fundo, rasgando, prazer queimando. Fodia forte, bolas batendo, suor pingando nas costas. ‘Grita, ninguém nos ouve’, ofegava ele. Gemi alto, ‘Fode mais, caralho, rasga-me!’. Mudámos, eu por cima, cavalgando selvagem, mamas balançando, unhas nas costas dele. Orgasmo veio brutal, corpo convulsionando, esguichando no pau dele. Ele gozou dentro, preservativo cheio, gemendo rouco.
Ficámos ofegantes, clim gelada na pele suada, cheiro a sexo no ar. ‘Número?’, perguntou, preguiçoso. ‘Não. Foi só isto’. Levantei, vesti-me, beijo rápido. Saí, porta fecha. No aeroporto de manhã, corpo ainda dói gostoso, cona sensível, memória fresca. Ninguém sabe, anonimato puro. Volto à minha vida, mas levo este fogo secreto. Liberdade de passagem, prazer eterno.