A Minha Noite Proibida no Navio para o Gronelândia

Estava no meu cruzeiro de férias, saindo de Lisboa para o norte gelado, passando por Terra Nova rumo ao Gronelândia. Inverno, mar agitado, poucos passageiros a bordo. O navio antigo balançava devagar, cheiro de sal e óleo por todo o lado. Eu, Inês, 38 anos, portuguesa solteira e tarada por aventuras. Longe de casa, ninguém me conhece. Liberdade pura.

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Perdi-me nos corredores vazios. Luzes fracas, zumbido dos motores ao fundo. Calor húmido apesar da proa fria. Vestia um vestido leve, decotado, saia curta – para seduzir, sabes? De repente, esbarro num tipo alto, moreno, olhos azuis frios. Marinheiro, uniforme suado colado ao peito musculado. ‘Desculpa’, digo eu, mão no braço dele. Ele sorri, voz rouca: ‘Precisas de ajuda, portuguesa?’

O Encontro nos Corredores Fantasma

Chamava-se Erik, norueguês, 40 anos, mãos calejadas de cordas e gelo. Falámos no lobby deserto. Copos de vinho quente nas mãos. Ele contava histórias de icebergs e baleias, eu ria, roçava a perna na dele. Tensão no ar, olhares famintos. ‘A tua pele cheira a sol do sul’, murmurou, dedo no meu pescoço. Senti a cona a humedecer. ‘E tu a mar e suor’, respondi, mordendo o lábio. Sabia que o navio partia ao amanhecer. Urgência boa.

Ele pegou-me ao colo, levou-me à cabine dele, fundo do navio. Porta bateu, ar condicionado gelado contra a pele quente. Lençóis ásperos de hotel de luxo falso. Beijámo-nos selvagens, línguas a lutar, gosto de sal e tabaco. Arrancou-me o vestido, mamas livres a saltar. ‘Que puta boa’, grunhiu, chupando os mamilos duros. Eu gemi, unhas nas costas dele. ‘Fode-me já, Erik.’ Baixei-lhe as calças, pica grossa, veias pulsantes, pré-gozo a pingar. Engoli-a inteira, garganta funda, bolas no queixo. Ele agarrou o cabelo: ‘Caralho, que boca.’

O Fogo na Cabine e a Despedida Ardente

Atirei-o à cama, montei-o. Cona molhada engoliu a pica dele num só empurrão. ‘Ahhh, foda-se!’, gritei. Cavalgava forte, mamas a bater, suores mistos. Ele batia na minha bunda: ‘Mais rápido, puta.’ Virei de quatro, ele meteu por trás, pausada brutal. Dedos no cu, língua no pescoço. ‘Gostas de ser fodida por estranhos?’, perguntou, colhões a bater na minha pele. ‘Adoro, mete mais fundo.’ Sentia o cheiro de sexo, moite da noite, motores a roncar como testemunhas. Gozei primeiro, cona a apertar, sumo a escorrer pelas coxas. Ele virou-me, pica na boca, jorrou quente, engoli tudo, resto na cara.

Ficámos ofegantes, corpos colados, clim a secar o suor. ‘Tens de ir’, disse ele, beijo rápido. Vesti-me às pressas, gosto dele na boca ainda. Saí pela escada escura, pernas trémulas. De volta à minha cabine, mar calmo agora. Amanhecia, navio a acelerar para o gelo. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Ainda sinto a pica dele, o ardor na cona, liberdade de passageira. Próxima escala, quem sabe? Sorrio sozinha, mão entre as pernas. Foi real, ontem.

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