Escala Quente no Hotel do Aeroporto: Meu Encontro Íntimo com um Estrangeiro

Estava de volta de um congresso em Madrid, escala imprevista no aeroporto de Lisboa por causa de uma greve. Calor pegajoso de agosto, ar condicionado do lobby do hotel a zumbir baixinho. Pedi um gin tónico no bar, suor a escorrer pelo decote, saia leve colando nas coxas. Ninguém me conhecia aqui, longe de casa, de Faro. Liberdade total, coração acelerado com a ideia de algo proibido.

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Olhei em volta e vi ele: alto, moreno, olhos verdes hipnotizantes, fato amarrotado mas elegante. Parecia espanhol ou francês, maleta ao lado. Sorriu quando os nossos olhares se cruzaram. ‘Boa noite’, disse com sotaque suave. ‘Inês’, apresentei-me, estendendo a mão. Ele apertou firme, ‘António, de Barcelona. Voo cancelado também?’. Rimos, nervosos. Sentámo-nos lado a lado, joelhos a roçarem. Falámos de viagens, olhares demorados nos lábios um do outro. Senti o calor subir, a cona a pulsar levemente. ‘Quarto 312’, sussurrei, ‘mas o meu voo é às 6h’. Ele mordeu o lábio. ‘Perfeito, urgência é o que torna isto bom’.

A Escala Inesperada e a Tensão no Lobby

Subimos no elevador, mãos já a explorar. Porta bateu, clim gelada da quarto a arrepiar a pele suada. Ele puxou-me contra a parede, beijo faminto, língua a invadir a boca, gosto a sal da transpiração. ‘Quero-te agora’, murmurou, mãos a rasgar a blusa. Seios expostos, mamilos duros como pedras. Chupou-os com fome, dentes a roçar, eu gemi alto. ‘Fode-me, António, sem demoras’. Tirei-lhe a camisa, peito musculado, cheiro a homem misturado com colónia. Desabotoei as calças, caralho enorme a saltar, veias inchadas, cabeça roxa brilhante de pré-gozo.

Empurrei-o para a cama, lençóis ásperos de hotel. Montei-o, cona molhada a engolir aquele pau grosso devagar. ‘Caralho, que apertadinha’, grunhiu ele, ancas a subir. Fodi-o com força, sucos a escorrer pelas coxas, barulho molhado a encher o quarto. Motos ao longe no aeroporto, como banda sonora urgente. Virei-me de quatro, ele agarrou os quadris, meteu fundo, bolas a bater no cu. ‘Mais forte, rasga-me a cona!’. Dedos no clítoris inchado, orgasmo a explodir, pernas a tremer, gritei o nome dele.

A Noite de Sexo Intenso e o Adeus Apressado

Ele virou-me, lambeu a cona aberta, língua a fender os lábios carnudos, a sugar o clitóris até eu implorar. ‘Agora o teu cu?’, perguntou safado. ‘Sim, mas devagar’. Lubrificou com a minha saliva, dedo primeiro, depois a cabeça do caralho. Dor prazerosa, ele entrou centímetro a centímetro, gemendo. Fodemos assim, lento e fundo, suor a pingar, clim a gelar o ar moite. Gozou dentro, jatos quentes a encher-me, corpo colado ao dele.

De manhã, alarmes a tocar. Banho rápido, cheiro dele ainda na pele, sal e sêmen. ‘Adeus, Inês, foi épico’, beijo rápido na porta. No avião, cona dolorida mas saciada, memórias vívidas: o gosto da sua pele, o ronco dos aviões, a liberdade de ser só um corpo anónimo. Ninguém saberá, mas volto a Lisboa só para outra escala assim. Placer ainda lateja, pronto para mais.

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